Devo processar ou não?
Sou, como sabem, um defensor de uma ideia bastante lata da liberdade de expressão
Sou, como sabem, um defensor de uma ideia bastante lata da liberdade de expressão
Presidente dos EUA discursou esta segunda-feira no parlamento israelita, no mesmo dia em que foram libertados 20 reféns. Trump deverá viajar a seguir para o Egito para participar na cimeira da paz.
Entre os objetivos do plano está o de levar a julgamento os responsáveis pelos ataques contra a população e bens civil e garantir o fluxo de ajuda humanitária e médica.
Segundo o Ministério da Saúde de Gaza o número de mortes causadas pela operação militar israelita, que já dura há 21 meses, já ultrapassou as 56 mil pessoas.
Não sabemos o que será, mas sabemos o que deixou de ser. Há vencedores e vencidos, embora alguns destes finjam que não se passou nada. Em Moscovo e Teerão, os que eram “terroristas” há uma semana são hoje tratados como “o povo em armas”. Já vimos isto.
Apesar dos esforços da União Europeia e de alguns países do Médio Oriente, Israel continua rejeitar a criação de um Estado palestiniano, defendendo que iria constituir num "perigo existencial" para o país.
O plano inclui a "unidade sólida de Gaza, da Cisjordânia e de Jerusalém Oriental", o reconhecimento de um Estado palestiniano independente e soberano com base nas fronteiras delineadas em 4 de junho de 1967, e estipula "medidas práticas" a serem executadas "de acordo com prazos específicos e com garantias reais".
Desde o início do cessar-fogo foram libertados 58 reféns pelo Hamas. Já Israel libertou um total de 117 prisioneiros.
"Israel não quer falar e não está a ouvir, neste momento, mas vai ter de enfrentar as responsabilidades dos crimes de guerra que está a cometer em Gaza", salientou o chefe da diplomacia jordana.
Presidente dos EUA irá defender a criação de corredores humanitários e estão a ser recolhidas informações para perceber o autor do ataque ao hospital.
Encontro ia juntar Joe Biden, com os líderes da Jordânia, Egipto e Palestina. Cancelamento acontece depois do bombardeamento de um hospital na Faixa de Gaza.
O ex-lider da Al-Qaeda, al-Zawahiri foi morto quando estava no seu esconderijo, no Afeganistão.
Ayman al-Zawahiri foi atingido por dois mísseis equipados com seis “espadas” quando estava à varanda.
Nasceu no Egito, esteve ligado aos ataques às embaixadas americanas em Nairobi e Dar es Salaam e é apontado como um dos responsáveis pelo assassinato do jornalista David Pearl. Depois da morte de Ayman al-Zawahiri, poderá ser um dos sucessores da organização extremista.
O Departamento de Estado norte-americano oferecia até 25 milhões de dólares (24,3 milhões de euros) de recompensa por informações que levassem à sua captura.
A informação é avançada pela Associated Press. Ayman Al-Zawahiri terá morrido na sequência de um ataque com drone em Cabul.