Medicamentos para esclerose múltipla e hiperatividade entre os proibidos de exportar
A lista inclui os medicamentos em rutura de 'stock' no mês anterior cujo impacto tenha sido considerado médio ou elevado na saúde pública.
A lista inclui os medicamentos em rutura de 'stock' no mês anterior cujo impacto tenha sido considerado médio ou elevado na saúde pública.
Entre os fármacos proibidos estão alguns usados no tratamento dos cancros de bexiga e gástrico, esquizofrenia e transtorno bipolar.
Entre as proibições determinadas estão fármacos usado no tratamento de diabetes, transtorno do défice de atenção e hiperatividade e alzheimer.
A proibição destina-se a assegurar o abastecimento do mercado nacional e aplica-se a todos os intervenientes do circuito, incluindo aos fabricantes.
A lista de medicamentos cuja exportação é temporariamente suspensa é definida todos os meses e inclui os fármacos em rutura no mês anterior.
Laboratórios estão em rutura desde meados de abril devido ao aumento da procura e que há constrangimentos "na generalidade dos países europeus".
Meninas tiveram acesso irregular à primeira consulta da especialidade, aponta relatório da Inspeção-Geral das Atividades em Saúde. Documento foi encaminhado ao MP, que já abriu inquérito.
O processo envolve as mais altas instâncias: da Presidência da República ao Ministério da Saúde. Ainda há muito por esclarecer.
Esteve na direção do Infarmed 11 anos e presidiu ao instituto entre 2015 e 2016. O bastonário da Ordem dos Farmacêuticos explica como fármacos inovadores como o Zolgensma, dado às gémeas luso-brasileiras, chegam ao mercado.
Relatório indica que consulta se deu a 5 de dezembro de 2019 e estiveram presentes os tios e o pai das crianças e que a mesma foi requisitada "pelo Secretario de Estado".
Alertou o país para a fibrose quística, perdeu a batalha, mas deixou a esperança para os mais de 300 portugueses que sofrem desta doença rara e genética.
Susana Vilaça foi diagnosticada com cancro da mama há oito anos e viu ser recusado pelo Infarmed um tratamento, o Lynparza, por existirem "alternativas terapêuticas".
Entre as aprovações está o pedido para a utilização do medicamento inovador na doente Constança Braddell.
Constança Braddell tem 24 anos e apelou nas redes sociais ao acesso ao medicamento Kaftrio. Saiba quais são os passos para aceder a um medicamento que não esteja ainda autorizado no País.
Autoridade do Medicamento conclui 49 processos a novos medicamentos, dos quais 36 tiveram aprovação para utilização e financiamento pelo Serviço Nacional de Saúde.
Conselho Geral e de Supervisão da ADSE reúne-se esta quinta-feira. Deverá ser abordado na reunião o financiamento dos novos medicamentos de oncologia.