Irão autoriza formalmente as mulheres a conduzir motas
A legislação iraniana não proibia explicitamente cartas de condução para mulheres, mas as autoridades não as emitiam.
A legislação iraniana não proibia explicitamente cartas de condução para mulheres, mas as autoridades não as emitiam.
Desde o início de 2025 morreram 36 imigrantes após terem sido detidos pelo ICE, o braço armado da política de imigração norte-americana. Há largas dezenas de relatos de maus tratos nos campos operados por privados. É o lado menos visível da escalada promovida pela presidência de Donald Trump.
As mortes foram a principal causa de revolta dos manifestantes, que empunhavam cartazes a favor dos imigrantes e contra o ICE e Donald Trump.
Trump refere-se a um vídeo que mostra Pretti, 11 dias antes da sua morte, a resistir à detenção por outros polícias.
Tribunal Constitucional rejeitou o recurso da autarquia.
Grupo de manifestantes interrompeu, este domingo, uma homília que decorria no estado norte-americano do Minnesota para alertar os fiéis que o pastor é alegadamente um funcionário do ICE.
Os juízes determinaram que as mensagens tinham a intenção de "provocar agitação social, perturbar a paz pública e criar descontentamento entre a população, incitando, assim, ações contra a ordem social estabelecida no país".
A CGTP tinha pedido em 15 de dezembro uma reunião com o primeiro-ministro, Luís Montenegro, reafirmando a exigência de retirar o pacote laboral, expressa, "de forma inequívoca", na greve geral de 11 de dezembro.
Trump tem alertado repetidamente sobre uma possível ação militar dos Estados Unidos como resposta às execuções dos manifestantes pacíficos.
O presidente norte-americano, Donald Trump, tem avisado que os Estados Unidos da América (EUA) podem intervir militarmente no caso de haver vítimas mortais dos protestos, após já terem apoiado a guerra de 12 dias de Israel contra Teerão, em junho.
Tem sido a única forma de os iranianos comunicarem com o exterior desde que as autoridades cortaram a Internet.
A repressão das novas manifestações tem sido severa, e as autoridades restringiram o acesso à Internet em todo o país.
“O povo do Irão deve saber que lidaremos com eles da forma mais severa e puniremos aqueles que forem detidos", disse o presidente do parlamento do Irão.
As comunicações continuam em baixo no Irão por decisão governamental e números podem estar desfasados dos reais.
Os protestos em quase todo o país começaram em 28 de dezembro, inicialmente contra o custo de vida e a inflação galopante, num país sujeito a sanções económicas dos Estados Unidos e da ONU, mas têm vindo a intensificar-se e transformaram-se numa contestação política contra o regime.
Com a internet em baixo e as linhas telefónicas cortadas, acompanhar as manifestações a partir do estrangeiro tornou-se difícil.