"Pessoas não sentem que há um cessar-fogo em Gaza": acordo foi declarado há um ano mas ataques continuam
Desde a declaração do acordo, mais de 1.400 pessoas morreram na Palestina. Os ataques militares não terminaram e a precariedade é crescente.
Desde a declaração do acordo, mais de 1.400 pessoas morreram na Palestina. Os ataques militares não terminaram e a precariedade é crescente.
Trégua local permitiu regresso de energia à central nuclear de Zaporijia, três semanas depois.
Um mapa online reúne os maiores conflitos ativos em cinco continentes. Nem todos são guerras entre países, mas juntos ajudam a explicar a instabilidade global.
A newsletter desta terça-feira.
Enquanto o mundo discute a transição energética, uma parte significativa das emissões continua escondida: a que resulta das guerras e da atividade militar.
Foi herói numa guerra a que quis por fim. Escreveu um livro que antecipou a queda do regime. Foi o general que recebeu a rendição de Marcelo Caetano, no 25 de abril de 1974. Primeiro Presidente da República pós-revolução e proscrito, a partir de 11 de março de 1975. Morreu há 30 anos
Apesar do cessar-fogo acordado entre Irão e EUA, Israel continua a atacar o Líbano. Só esta quarta-feira morreram 182 pessoas, dizem autoridades libanesas.
O incidente de sábado, o quarto ataque contra a central, põe em risco a integridade do reator e pode levar a uma potencial libertação de materiais radioativos.
TAP só retoma os voos para a Venezuela a 30 de março.
Terão sido atingidos alvos civis e militares, segundo o executivo venezuelano.
A bordo viajavam 266 pessoas que foram expulsas dos Estados Unidos.
País alerta para "uma situação potencialmente perigosa na região"
Em causa está um ataque russo contra a Ucrânia.
Ucrânia terá lançado 95 drones contra território russo.
As forças israelitas "vão alargar significativamente a atividade militar nas zonas onde estão presentes", advertiu o porta-voz do exército em árabe, Avichay Adraee num comunicado.
A derrota de Simion na Roménia foi um alívio inesperado para quem acredita no apoio à Ucrânia. A vantagem à primeira volta de Trzaskowski, o centrista liberal, europeísta convicto e herdeiro político de Donald Tusk, nas Presidenciais polacas, deram força a quem vê em Varsóvia um dos fulcros da nova Europa. O problema continua a ser o mesmo: Trump e Putin querem resolver isto a dois