Alexandra Leitão acusa Moedas de manter secretário-geral ilegalmente no cargo desde 2024
Vereadora garante que na altura devia ter sido aberto concurso para a sua substituição.
Vereadora garante que na altura devia ter sido aberto concurso para a sua substituição.
Militante do Chega foi exonerada do cargo de vogal dos serviços sociais da Câmara de Lisboa após se saber que arrendava habitações alegadamente clandestinas a imigrantes.
Vereador do Livre disse que as recentes tempestades, nomeadamente as depressões Kristin e Leonardo se inserem "numa tendência crescente" de fenómenos climáticos extremos, em que se incluem também as cheias de dezembro de 2022 na cidade de Lisboa.
Presidente de Câmara do Entroncamento, eleito pelo Chega, contratou deputado municipal em Loures. Em Almada, vereador contratou autarca de Lisboa. A isto junta-se por todo o País casos de contratação de filhas, irmãs, primas e namoradas.
E ainda o estranho caso da fotógrafa do CDS-PP e os secretários de Estado que continuam a pedir ajuda para a renda
Ana Simões Silva diz que não quer ser "uma vereadora meramente decorativa".
Em causa está a redução do rácio de contenção absoluta para 10%.
Novo executivo municipal contará com oito eleitos da coligação vencedora, seis vereadores de PS/Livre/BE/PAN, dois do Chega e um da CDU (PCP/PEV).
A tomada de posse vai ocorrer na terça-feira, na Gare Marítima de Alcântara.
A noite foi silenciosa. No Hotel Marriott, habitual quartel-general, nunca se festejou tão pouco. O núcleo duro julgava vencer pelo menos o dobro.
As palmadinhas nas costas e o discursos motivacionais ("fizeste tudo o que podias") começaram cedo. E a noite nunca passou daqui. "Sou a única responsável pela derrota da coligação", assumiu a candidata socialista, que promete agora "uma oposição rigorosa e firme” a Carlos Moedas.
Com agenda escondida da imprensa, ora com poder de encaixe para perguntas difíceis, ora irritado, Moedas perdeu uma semana a esconder a sua mais-valia: o contacto com o povo na rua.
Entre os 75 deputados municipais, votaram contra PSD, IL, MPT, Aliança e CDS-PP.
Antes, André Ventura tinha igualmente defendido que a Câmara de Lisboa é o responsável máximo, uma vez que a Carris é uma empresa pública com gestão municipal.
Angélique da Teresa trabalhava numa consultora imobiliária e, enquanto deputada municipal, pedia à câmara de Lisboa dados sobre o andamento de obras, projetos e rendas. Nega qualquer acesso a informação privilegiada.
Só nesta mandato foram 1.431 reuniões pagas com senhas de presença. Fiscaliza um executivo que gere €1,4 mil milhões, Mas o presidente da câmara não aparece, o público ignora e as contas escondem-se