Seguro apela à leitura: "É o melhor antídoto contra a ignorância"
Para o Presidente da República, a leitura propicia encontros e partilha, tão necessários "numa sociedade que muitos teimam em deslaçar".
Para o Presidente da República, a leitura propicia encontros e partilha, tão necessários "numa sociedade que muitos teimam em deslaçar".
Iniciativa reunirá quase 400 autores.
A publicação do livro (até aqui, inédito em Portugal) "Breves entrevistas a homens hediondos", de David Foster Wallace é uma das novidades anunciadas pelo grupo livreiro.
Com o “Doutor Pascoal” a ciência era só um sintoma do homem honesto. Conhecia-me de ginjeira, sabia perfeitamente que eu era muito menos do que parecia, que tinha as minhas ambições e peneiras. Pascoal era o oposto: discreto e silencioso; sólido. Ele era a enciclopédia e eu uma espécie de resultado de pesquisa de IA.
O influencer foi constituído arguido na madrugada de sábado. Horas depois combateu na Super Bock Arena num evento de boxe.
Celebrou-se, meteu-se na gaveta, deu para festas associativas e discussões acesas. É a data fraturante que até vencedores e protagonistas preferem não comemorar. Só recordar.
Concertos de entrada livre de Samuel Úria e Jorge Palma em Lisboa, Ana Bacalhau em Viseu e Capitão Fausto em Paredes de Coura, musicais e peças de teatro: temos 16 propostas para si.
Quando um partido como o Chega faz campanha contra um político de direita, seja Miguel Albuquerque, seja Luís Montenegro, com acusações de corrupção, é o Chega que perde eleitoralmente. O que aconteceu nas regionais da Madeira pode acontecer nas legislativas de Maio, mesmo para além dos "casos" do Chega.
Mas a fazer queixas pelo caminho. NO parlamento, já treinou pregões.
Prata Roque vai candidatar-se à liderança da FAUL após a saída de Ricardo Leão, precipitada pelo artigo de Costa. À SÁBADO, o politólogo José Filipe Pinto defende Pedro Nuno, e Ascenso Simões vai mais longe: "O Partido Socialista não é o partido de António Costa".
Talvez seja cedo para uma avaliação definitiva, mas até ver Pedro Nuno Santos parece não estar à altura de liderar o PS nestes tempos de contestação à democracia. A extrema-direita e as suas ideias só serão contidas perante uma oposição capaz.
Não faltam propostas para este fim de semana, de uma festa "revolucionária" no Lux a um festival de fado, passando por uma festa de outono e (muito) teatro.
A obra de Sade permanece uma das reflexões entre a literatura, a filosofia e política que leva mais longe o confronto com o interdito, e por isso não se pode pensar a censura sem o referir.
Porque é que irrita muito dizer-se que esta manifestação foi um sucesso da esquerda? Porque o discurso mais cómodo é apresentá-la como sendo inócua, sem cor, “unitária”, tudo coisas que esta manifestação concreta não foi.
Se levantarmos o véu que cobre o progressismo europeu, percebemos que ele sempre foi frágil. A Europa das liberdades iluministas, da fraternidade, da emancipação coletiva e da liderança ambiental sempre o foi mais em forma do que em substância.
A corrida eleitoral disputa-se entre um rebelde de São João da Madeira e um agitador de Espinho. Um atleta e um falador. Um nadador-salvador e um negociador. Dois resilientes.