“Houve uma mudança de regime no Irão”, garante Trump no discurso aos norte-americanos
O presidente discursou esta madrugada e defendeu que a “Operação Fúria Épica” era “necessária para a segurança dos Estados Unidos e do mundo livre”.
O presidente discursou esta madrugada e defendeu que a “Operação Fúria Épica” era “necessária para a segurança dos Estados Unidos e do mundo livre”.
Presidente prevê que os EUA terminem a guerra "muito em breve", mas antes disso diz que é importante que o país perca a capacidade de frabricar armas nucleares.
Teerão reconheceu ter mantido alguns contactos indiretos com a Casa Branca, mas rejeitou categoricamente qualquer tipo de negociação.
Joana Ricarte, especialista em relações internacionais e política do Médio Oriente, não acredita que o Irão possa arrastar os países europeus para este conflito. Mas tudo pode mudar se o governo de Mojtaba Khamenei for colocado numa posição em que perceba que não vai sobreviver.
Karoline Leavitt argumentou que a carta de demissão de Joe Kent "contém muitas afirmações falsas".
Trump reiterou que a operação militar em curso, denominada ‘Fúria Épica’ pelo Pentágono, permitiu dizimar a marinha, a força aérea e até a liderança iraniana.
O antigo treinador do Benfica Toni, que também foi treinador no Irão, esteve no NOW esta terça-feira depois de os Estados Unidos e Israel terem lançado no sábado um ataque sobre o Irão, com o intuito de, nas palavras de Donald Trump, "garantir que Teerão não obtém uma arma nuclear". Num desses ataques morreu o Líder Supremo Ali Khamenei e outros membros da cúpula iraniana. O presidente do país, Masoud Pezeshkian, diz que vingar a morte de Khamenei é um "direito e um dever legítimo".
Irão já começou a retaliar e atingiu uma base naval norte-americana. Não há ainda registo de feridos.
Trump descreveu este ataque como uma "nobre missão" e apelou às tropas iranianas para que "depusessem as armas" ou então "enfrentarão a morte certa".
Receios de um conflito no Médio Oriente aumentaram depois de as conversações entre as delegações norte-americana e iraniana não terem registado progressos significativos. O Presidente dos EUA não está satisfeito com o rumo das negociações, mas vai esperar pelos próximos desenvolvimentos.
O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano reuniu-se na noite de quarta-feira com o seu homólogo de Omã, que serve de intermediário nas negociações entre os Estados Unidos e o Irão.
O Presidente iraniano recordou que o líder supremo do Irão proibiu o desenvolvimento de armas nucleares.
Durante o discurso sobre o Estado da União, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse preferir resolver o conflito por via da diplomacia, mas deixou claro que não permitirá que o Irão tenha armas nucleares. “Nunca permitirei que o principal patrocinador do terrorismo a nível mundial, tenha uma arma nuclear”, salientou.
Irão comparou as declarações dos Estados Unidos e de Israel com a máxima do ministro da Propaganda da Alemanha nazi, Joseph Goebbels, de que, se uma mentira for repetida muitas vezes, torna-se verdade.
Donald Trump suscitou grande preocupação e protestos em todo o mundo quando anunciou na quinta-feira que deu ordens ao Pentágono para "começar a testar as armas nucleares [dos EUA] em pé de igualdade" com a Rússia e a China.
No início da semana uma avaliação preliminar do Pentágono já referiu que os ataques dos Estados Unidos provavelmente tinham sido apenas capazes de atrasarem o programa nuclear em alguns meses. No entanto é possível que futuros relatórios consigam mostrar dados mais claros sobre a os verdadeiros danos causados.