Como um ataque dos EUA matou mais de 100 crianças numa escola no Irão
Os bombardeamentos em Minab ainda estão envoltos em mistério. Mas associações continuam a investigar o que aconteceu no dia 28 de fevereiro.
Os bombardeamentos em Minab ainda estão envoltos em mistério. Mas associações continuam a investigar o que aconteceu no dia 28 de fevereiro.
Ecrãs, esplanadas, cervejarias e mesas tardias não vão faltar para apoiar a Seleção no último jogo da fase de grupos este domingo, às 0h30 da madrugada.
Os Mundiais da Rússia e do Qatar foram "comprados"? Estes torneios assistiram à implantação definitiva da tecnologia, comprovaram a crise do futebol italiano e a previsão de que poderiam ser os palcos da despedida de Messi e Ronaldo - mas eles teimam em continuar.
A ofensiva presidencial tem como principal palco a rede social X, na qual Milei amplifica mensagens contra jornalistas críticos e onde lançou um dos seus slogans mais controversos: "Não odiamos os jornalistas o suficiente".
O Irão é apontado como o principal responsável por este aumento, tendo executado mais do dobro das pessoas do que em 2024.
Entre os países abrangidos encontram-se Argélia, Cabo Verde, Costa do Marfim, Senegal e Tunísia, cujas seleções estão qualificadas para o Mundial2026.
A rede social mais popular entre adolescentes está associada a desafios perigosos, a conteúdos depressivos e suicidas. Há quem exija, no mínimo, a alteração do algoritmo.
Luís Neves afirmou que será "muito firme" em relação a comportamentos desviantes dos polícias.
Segundo relatório da Amnistia Internacional.
Num relatório divulgado sobre a situação dos direitos humanos no mundo.
A organização pede também que o Governo português defenda a suspensão do acordo de Associação União Europeia-Israel.
Na segunda-feira, a Secretaria-Geral do Governo esclareceu que a ferramenta contratada da irlandesa NewsWhip é "um tipo de 'clipping' moderno" que pesquisa em fontes abertas e de conteúdos públicos e rejeitou que tal seja para monitorizar jornalistas.
Este esclarecimento, enviado por 'mail, surge depois do Correio da Manhã (CM) ter noticiado que o "Governo paga 40 mil euros para vigiar redes sociais e reagir a polémicas".
Os ataques aéreos já mataram pelo menos 500 civis desde 2017, de acordo com um recenseamento da AP das mortes relatadas.
Após o anúncio do Irão, a Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), por seu lado, voltou a apelar à "máxima contenção" para evitar riscos na segurança nuclear.
Numa altura em que 3,2 milhões já tiveram de abandonar as suas casas devido aos ataques israelitas e norte-americanos surguem dúvidas sobre a possibilidade de o conflito gerar uma nova crise humanitária.