Sábado – Pense por si

A fuga da família real portuguesa para o Brasil em 1807
Ana Taborda

A inédita fuga da família real para o Brasil

Era um cenário nunca antes visto: em 1807, 15 mil pessoas embarcaram à pressa de Lisboa para fugir às tropas de Napoleão. Em carruagens que nunca saíram do cais deixaram as pratas das igrejas; no chão e dentro de caixas, à chuva, ficaram os 60 mil livros da valiosa Biblioteca Real. Durante três meses sobreviveram a tempestades e raparam o cabelo para combater ataques de piolhos. Numa escala de um mês em Salvador da Baía, D. João VI abriu os portos da antiga colónia a um mundo que não a conhecia - e que por isso mesmo chegou a enviar patins de gelo e aquecedores para vender nos trópicos.

Ilha de Ascensão, Santa Helena e Londres: um cruzamento de destinos e distâncias
Francisco José Viegas

A história da ilha onde nunca fui

Francisco José Viegas escreve sobre um destino que, 500 anos depois do seu descobrimento, os portugueses ignoram olimpicamente, o que é uma tristeza

Vasco da Gama mandou açoitar duas mulheres que viajaram clandestinas para a Índia
Susana Lúcio

As mulheres nos Descobrimentos

Houve quem tivesse lutado em praças africanas, enriquecido com o açúcar e influenciado cortes orientais. As que ficaram contribuíram para a sobrevivência de Portugal.

Nesta imagem D. Manuel ao centro abençoa Vasco da Gama. Era o rei que escolhia os capitães das armadas
Vanda Marques

D. Manuel I. O monarca, escolhido por Deus

Tentou três vezes fazer a cruzada em Jerusalém, queria ouvir os relatos dos locais longínquos onde chegaram os portugueses e era um relações públicas do império - enviava cartas a espalhar as conquistas dos portugueses. Conhecido como o rei da pimenta, pôs toda a Europa a sonhar com os produtos exóticos que chegavam a Lisboa.

Luís Francisco

Ormuz, o estreito de que todos falam

O Irão ameaçou, o Irão recuou (mais uma vez). Ormuz, símbolo de tráfego marítimo de petróleo e gás, continua aberto. E os portugueses fazem parte da sua história.

Bruno Faria Lopes

Uma tour na Lisboa da escravatura

Na vaga de turistas há quem se interesse pelo lado negro e invisível da expansão portuguesa – e quem faça visitas guiadas a pé. Fizemos uma.

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