Presidenciais: Seguro diz que Ventura quer mudar de regime
Candidato presidencial voltou à ideia de que "nunca foi tão fácil identificar o que separa os dois candidatos" que disputam a segunda volta.
Candidato presidencial voltou à ideia de que "nunca foi tão fácil identificar o que separa os dois candidatos" que disputam a segunda volta.
Diretor-executivo da Correio da Manhã Rádio deu, em declarações no 'Mercado Now', mais explicações sobre a situação do capitão da Seleção Nacional no Al Nassr
Não me parece haver qualquer negligência especial face à tempestade que devastou o centro do país. A queixa é tão previsível e tão expectável que mesmo que tudo fosse perfeito haveria sempre críticas.
“É intolerável na nossa democracia. [...] É um desrespeito pelos eleitores. Quando se passa para lá da linha vermelha, eu reajo”, explicou.
O candidato à presidência da República António José Seguro esteve no NOW na noite desta terça-feira e explicou que criticou os métodos do adversário na corrida a Belém, “designadamente nas redes sociais, que partem de perceções, narrativas alternativas, insultos e falsidades”.
Ventura não ganhará. E talvez fosse desejável que fizesse um percurso semelhante ao de Paulo Portas: não para se diluir numa voz indistinta, mas para, defendendo uma visão mais populista da sociedade, abandonar a verve de ameaça direta à democracia que hoje o define.
Candidato esteve este domingo em entrevista na SIC Notícias onde falou sobre a questão do mau tempo, dos incêndios, do plano internacional e sobre um eventual chumbo do Orçamento do Estado.
Candidato esteve num comício no teatro Jordão, em Guimarães.
"Nós temos de nos focar em ajudar. Ajudar é mostrar às pessoas o que está a acontecer e não andarmos a fazer outra coisa qualquer", vincou o candidato.
As declarações do treinador do Benfica na antevisão ao jogo com o Tondela, marcado para domingo (20h30)
A equipa treinada por José Mourinho pode reencontrar os espanhóis do Real Madrid, recordistas de troféus (15), que perderam na Luz na quarta-feira (4-2).
Gouveia e Melo considera que está a deixar aos portugueses que confiaram em si "como candidato independente" um contributo "para uma escolha consciente e esclarecida".
Rio justificou o voto, afirmando não querer “um Presidente populista, um Presidente que não tem problemas nenhuns em mentir e em utilizar argumentos falaciosos para conseguir subir, utilizar demagogia, um Presidente do Tik-Tok”.
O relatório sobre a admissibilidade da petição, da autoria da deputada socialista Isabel Moreira, teve os votos contra do Chega, a abstenção do CDS e foi aprovado pelo PSD, PS e Iniciativa Liberal.
António José Seguro controlou genericamente um debate que não seria, à partida, decisivo para o desfecho das Presidenciais. Promulgará a reforma laboral se a UGT estiver a bordo, fará um primeiro Conselho de Estado sobre Defesa e vai tentar um "pacto" na Saúde. André Ventura mudou de opinião sobre o reforço dos poderes presidenciais, escorregou na Justiça - e falou quase sempre para a sua base eleitoral.
André Ventura considerou que as personalidades que têm manifestado apoio a António José Seguro não o fazem pelo candidato, mas para o tentar cancelar.