Trump ameaça Canadá com tarifas de 50% sobre automóveis e aço em 2027
Donald Trump acusa o Canadá de "roubas os Estados Unidos há anos".
Donald Trump acusa o Canadá de "roubas os Estados Unidos há anos".
Em causa estão afirmações de Washington de que a legislação chinesa obriga os fornecedores a cooperar com os serviços de informações de Pequim, representando riscos de espionagem, ciberataques e interrupções de redes, alegações rejeitadas pela China.
Está previsto Washington anunciar esta segunda-feira novas medidas destinadas a isolar a economia iraniana, no quadro da grande "ofensiva económica" anunciada na semana passada por Donald Trump.
Secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional alertou ainda que se forem impostas sanções económicas, o país irá atacar as empresas petrolíferas e económicas dos Estados Unidos no Irão e noutros locais.
O chefe do Governo canadiano disse que o país não pode aceitar a proposta de acordo comercial apresentada pela administração norte-americana de Donald Trump e evitar as tarifas.
O acordo anunciado na sexta-feira, que não implica, porém, qualquer admissão de responsabilidade.
Incidem sobre cerca de 5% das exportações anuais canadianas para os EUA, abrangendo produtos como tacos de hóquei, materiais de construção, bebidas alcoólicas e determinados tipos de vestuário.
Da luta contra o cancro à Casa Branca, a antiga apresentadora televisiva tornou-se a assistente que filtra informação, publica mensagens e acompanha o presidente quase sem descanso.
O choque do colapso fronteiriço do final de Julho, «uma invasão» no dizer do Alcaide-Presidente de Ceuta, Juan Jesús Vivas, do «Partido Popular», irá reverberar Primavera adentro.
Massoud Pezeshkian acusou ainda os norte-americanos de terem atacado “escolas, hospitais e infraestruturas”, “violando todas as regras”, e afirmou que Washington é “odiado em todo o mundo”.
A posição de Pequim surge depois de Donald Trump ter anunciado uma nova ofensiva económica contra o Irão, classificando-a como a "operação económica mais devastadora alguma vez empreendida contra qualquer país".
Segundo dados do Pentagno.
Procuradores de 50 estados norte-americanos, Washington D.C., Porto Rico e Ilhas Virgens contestavam o controlo da gigante tecnológica sobre a distribuição de aplicações Android e os pagamentos dentro das aplicações da Google Play.
As pessoas afetadas pelas medidas estão ligadas ao Instituto Cubano de Amizade com os Povos (ICAP), já sancionado por Washington.
O chefe da diplomacia de Omã reiterou o compromisso do sultanato com "a segurança marítima e o Direito Internacional".