Ciberataque expõe na Internet dados não classificados das secretas portuguesas
Segundo o Sistema de Informações da República Portuguesa.
Segundo o Sistema de Informações da República Portuguesa.
Um jovem de 24 anos que dizia ser espião para a Rússia virou a Justiça de pernas para o ar. Houve ações encobertas falhadas. Um inspetor da PJ matou um dos seus cães com a arma de serviço. Outro foi apontado como informador. E o motorista do comandante da PSP de Lisboa foi apanhado a perseguir uma coluna móvel da Judiciária.
Análises publicadas sobre a Operação Epic Fury, iniciada a 28 de fevereiro de 2026, descrevem cerca de 5.500 a 6.000 alvos atingidos no Irão em três semanas, com os primeiros mil ataques nas primeiras vinte e quatro horas, suportados por uma plataforma que fundiu nove sistemas de informações militares numa única interface.
As atividades de empresas sediadas na Crimeia e em Shenzhen apareceram no radar do serviços de informações português. Bruxelas tem uma estratégia de combate, diz à SÁBADO o porta-voz para a diplomacia e segurança.
Estão nos radares dos serviços de informações portugueses canais de propaganda russo dedicados ao doxing, fenómeno de recolha e divulgação de dados confidenciais. Há 14 portugueses como alvo. Governo diz que estão mencionados dez voluntários, alguns dados como desaparecidos.
Ao contrastarmos o modelo português com os gigantes da inteligência europeia emerge uma assimetria profunda.
Como se organiza a segurança interna em Portugal, quem são os seus principais intervenientes, que funções desempenham, e que desafios se colocam à sua eficácia no século XXI?
Devemos ser exigentes com os nossos líderes, cuidadosos com os nossos comportamentos digitais e conscientes de que a segurança do país começa muitas vezes nas pequenas decisões do nosso dia-a-dia: uma palavra-passe forte, um link que evitamos abrir, uma notícia que escolhemos verificar.
Ventura “está a trabalhar” em nomes para um governo-sombra, diz à SÁBADO. Depois, pensará em altos cargos do Estado. Agora promovido a segunda força, começou a caça aos independentes.
Diagnosticado com “perturbação esquizoafetiva”, o antigo funcionário da Segurança Social contou como facilmente acedeu aos dados pessoais de polícias e espiões. A morte de um tio marcou a personalidade de Marco de Aragão.
O Chega diz que esta é uma situação com "extrema gravidade" devido "as suas potenciais implicações para a segurança nacional, transparência e confiança nas instituições".
Luís Neves diz que só vai prestar declarações sobre a 'pen-drive' encontrada em São Bento quando for chamado ao parlamento.
O grupo parlamentar do Chega diz que esta é uma situação com "extrema gravidade" devido "as suas potenciais implicações para a segurança nacional, transparência e confiança nas instituições".
Um dispositivo informático encontrado no gabinete de Vítor Escária contém dados pessoais de centenas de inspetores da Judiciária, quadros das Finanças e até agentes dos serviços de informações. A defesa do ex-chefe de gabinete garante à SÁBADO desconhecer o conteúdo, mas o MP já abriu uma nova investigação pelo crime de violação do segredo de Estado.
Está a circular nas redes sociais um documento forjado das secretas portuguesas com um alegada operação contra o líder do Chega. O Sistema de Informações já fez uma participação à Procuradoria-Geral da República.
Montenegro repetiu que "Portugal é um dos países mais seguros do mundo": "Mas não é apenas dizendo-o que nós vamos continuar a ser, é tendo ações tendentes a evitar que aconteça em Portugal o que já aconteceu noutros países".