Bernie Sanders e o meu "momento FMI" de José Mário Branco
O desespero que hoje sinto, mas por razões totalmente distintas, é ainda maior. Muito maior mesmo.
O desespero que hoje sinto, mas por razões totalmente distintas, é ainda maior. Muito maior mesmo.
As eleições presidenciais estão marcadas para 18 de janeiro, com a campanha a terminar no dia 16, para o habitual dia de reflexão na véspera do sufrágio.
Licenciou-se em Química, estudou Belas Artes, tornou-se astrólogo, fez milhares de mapas astrais, mas teve de parar. Dedicou-se à pintura, sem nunca abandonar a astrologia. Pelo 30.º ano consecutivo, acaba de publicar o guia astrológico para 2026.
Foi o facto de se sentir zangado com a atitude da primeira figura do estado, que impulsionou Henrique Gouveia e Melo a se candidatar ao cargo de quem o pôs furioso.
Líder do Chega repisou nos temas de sempre. Almirante, muito mais à vontade em debates, assumiu posição sobre perda de nacionalidade
"A minha amizade com a família Mota remonta ao período em que o seu pai, Manuel António da Mota, regressou a Portugal", lembra.
Depois da parada militar na Praça do Comércio.
Celebrou-se, meteu-se na gaveta, deu para festas associativas e discussões acesas. É a data fraturante que até vencedores e protagonistas preferem não comemorar. Só recordar.
Desde as presidenciais de 1976, os eleitores puseram nas urnas 49,84 milhões de votos. A eleição em que participaram mais eleitores, em termos absolutos, foi a de 1986.
António Ramalho Eanes, general e Presidente da República, com a sua assinalável sabedoria e enorme bom-senso, disse que essa é uma data que deve ser assinalada e recordada, mas não comemorada.
Durante 88 anos, Balsemão foi quase tudo: jornalista, deputado, fundador do PSD, ministro e primeiro-ministro. Estas são 88 histórias da vida fabulosa e desconhecida do último senador.
O antigo Presidente da República elogiou o papel de Balsemão "na conquista da democracia" e "da liberdade e da independência da comunicação social".
No longo percurso de Francisco Pinto Balsemão como jornalista, empresário de media e político há uma mão cheia de momentos cruciais – e marcas que ficarão após a sua morte.
Ex-primeiro-ministro social-democrata, sublinha que "não cabe ao Presidente (PR) legislar ou decidir e executar políticas, embora goze de um amplo espaço de intervenção pública".