Os homens não nascem grandes e que agora Venha Deus, Ele mesmo, diretamente
É curioso pensar toda a incrível História de Cristo como uma história de representatividade.
É curioso pensar toda a incrível História de Cristo como uma história de representatividade.
A coisa é pífia, porque a política dos nossos dias é pífia, e a gente espreme o que é dito nesses comícios de Agosto, o mês mais terrível, e não sai nada que não sejam lugares comuns e o vazio
Os dois principais candidatos para as eleições Presidenciais já estão a postos: um tenta mostrar o balanço positivo de um mandato, o outro quer mostrar um país perdido para o crime.
Secretário-geral do PSD elogiou, em contrapartida, os resultados do Governo PSD/CDS-PP, voltando a lamentar que tenham "pouco espaço mediático".
Paulinho, cada vez que elevar Castro e castristas, ri-se do mar das Caraíbas, tingido de vermelho e do sangue dos camaradas que não quiserem ser camaradas.
Para André Ventura, «o problema em Portugal é de finanças públicas e não um problema da sustentabilidade da Segurança Social».
Secretário-geral do PS justificou que "o Serviço de Informações serve o Estado, não é um Governo que está de turno".
Três partidos diferentes, unidos por uma característica cada vez mais evidente: nenhum parece ter uma ideia particularmente séria sobre o país que quer construir
Deputado João Almeida defende que "tem de existir ética e dignidade na relação entre partidos e entre políticos".
A Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras começou a funcionar em 21 de agosto do ano passado, com 1.200 elementos.
O ministro da Presidência remeteu a discussão das condições para um contexto de reuniões partidárias, mas repetiu a recusa categórica da proposta do Chega de baixar a idade da reforma.
O ministro da Presidência fez questão de deixar esta garantia, assegurando que se o Governo ponderar decisões sobre a Segurança Social, a proposta será apresentada em contexto de campanha eleitoral.
Rejeitado pelo Exército, condenado por incitação ao racismo e apoio a uma organização terrorista, o ministro israelita transformou-se numa das figuras mais influentes do Governo de Benjamin Netanyahu.
Há uma diferença entre insultar e inventar mentiras e, sobre o primeiro caso, eu tenho um curso completo como alvo, como “cavalgadura ignorante”, “historiador de vão de escada”, “comunista”, “senil”, “com Alzheimar”, “que vive do pote” e “nunca trabalhou na vida”. Também sei de onde vêm estes insultos, sei o papel de nomes falsos e bots.
Primeiro-ministro pretende que rede elétrica chegue "mais facilmente à casa das pessoas e também às empresas". Objetivo passa também por "diminuir os custos".
Enfim, se calhar temos todos de começar a pensar seriamente na resposta que tem de ser dada à seguinte pergunta: estamos hoje melhor do que estávamos no tempo do governo da Geringonça?