"Situação é muito mais grave". Ordem alerta que violência contra médicos supera casos relatados
No ano passado foram contabilizados 3.429 episódios de violência contra profissionais do SNS, mais 848 do que em 2024.
No ano passado foram contabilizados 3.429 episódios de violência contra profissionais do SNS, mais 848 do que em 2024.
Um inquérito divulgado em março pela ACSS concluiu que dois em cada três médicos que optaram por não entrar na formação especializada no último ano fizeram-no por não ter conseguido entrar na especialidade que pretendiam.
Modelo visa grávidas de baixo risco e sem médico de família.
A OM salientou que António Lobo Antunes é reconhecido como "um dos maiores escritores da literatura portuguesa contemporânea", tendo projetado internacionalmente a cultura nacional.
Um dos maiores riscos apontados pelos especialistas é a ausência de sintomas imediatos.
PortuguÊs faz dupla com o om o austríaco Lucas Miedle.
A Direção Executiva do SNS avançou que dez conselhos de administração de ULS terminaram os seus mandatos no dia 31 de janeiro.
A Ordem refere que a sua proposta assenta no respeito rigoroso pelas competências de cada profissão e coloca o médico de família no centro das equipas multidisciplinares.
País garante que os "recursos antidrone da defesa estão prontos para intervir".
Em causa está o caso do dermatologista do Hospital de Santa Maria que ganhou mais de €700 mil em três anos e que aprovou e codificou as suas próprias cirurgias mais de 350 vezes.
A criação da especialidade de Medicina de Urgência e Emergência, aprovada pela Assembleia de Representantes da Ordem dos Médicos (OM) em setembro do ano passado, é uma medida prioritária do Plano de Emergência e Transformação da Saúde e e entra em vigor na terça-feira.
Num parecer, o Colégio de Medicina Geral e Familiar (MGF) manifesta preocupação com a proposta que prevê a vigilância de grávidas sem médico de família por Enfermeiros Especialistas em Saúde Materna e Obstétrica (EESMO).
Carlos Cortes afirmou que esta situação revela "as enormes dificuldades" e "as falhas permanentes" do ministério e da Direção Executiva do SNS (DE-SNS) em resolver a situação.
"O problema principal é a falta de recursos humanos, nomeadamente, de médicos, de enfermeiros, de psicólogos, de técnicos, de uma série de outras profissões",diz o bastonário.
O primeiro romance de Diego Zúñiga é uma obra que olha para o passado e o presente do Chile através da história de um rapaz de 20 anos.
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