Mais um dia de guerra
Esta é, desde já, a consequência mais assustadora da guerra na Ucrânia: sem armas nucleares é impossível garantir soberania plena da capacidade de dissuasão.
Esta é, desde já, a consequência mais assustadora da guerra na Ucrânia: sem armas nucleares é impossível garantir soberania plena da capacidade de dissuasão.
O problema não reside apenas na qualidade dos políticos. Reside também na incapacidade do Estado em responder eficazmente às necessidades dos cidadãos. A burocracia continua excessiva, os processos administrativos são lentos.
Diploma prevê ainda a doação de equipamentos militares "letais e não letais", bem como outros bens das Forças Armadas.
António José Seguro escolheu o professor universitário açoriano Miguel Monjardino, especialista em relações internacionais, nascido em Angra do Heroísmo, para presidir às comemorações.
População foi aconselhada a procurar abrigo.
O regime teocrático iraniano abanou, mas não quebrou. Agora negoceia quase em pé de igualdade com a autoproclamada superpotência mundial.
"Após 26 anos no poder, a idade começa a fazer-se sentir. E com o tempo, o cansaço só vai aumentar", escreve o presidente ucraniano.
Difícil de aceitar é ter António José Seguro como tutor do Governo e chefe da Oposição – duas tarefas para as quais não foi eleito. E que serão lembradas por uma parte do seu eleitorado nas próximas presidenciais.
Como forma de tranquilizar os seus aliados.
Putin pediu aos funcionários do Ministério das Finanças que identificassem cortes de despesas noutras áreas do orçamento.
Durante o principal fórum de Segurança e Defesa da Ásia, Cavo Dragone enfatizou que a NATO está focada em "transformar" o aumento das despesas militares em "capacidades reais".
O incidente ocorreu durante a madrugada em Galati, uma cidade no leste da Roménia perto da fronteira com a Ucrânia, e fez dois feridos.
Entrou no espaço aéreo romeno e colidiu com o telhado de um bloco de apartamentos. O impacto foi seguido por um incêndio.
O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, saudou, esta sexta-feira, a decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de enviar mais cinco mil soldados americanos para a Polónia. Trump justificou o anúncio com a boa relação com o novo presidente polaco, Karol Nawrocki.
A proposta foi avançada por Mark Rutte em finais de Abril, mas só veio a público há cerca de uma semana.
O chefe da diplomacia norte-americana Marco Rubio acredita que vários países da Aliança Atlântica partilham da posição de Washington sobre o Irão, mas evitam assumir compromissos concretos.