Gronelândia e Saúde voltam a marcar a campanha em dia de voto antecipado
Gouveia e Melo considerou que os Estados Unidos estão numa "deriva perigosa" após as ameaças de Donald Trump, que afirmou querer ficar com o território "a bem, ou a mal".
Gouveia e Melo considerou que os Estados Unidos estão numa "deriva perigosa" após as ameaças de Donald Trump, que afirmou querer ficar com o território "a bem, ou a mal".
Considerou que as ameaças são um desafio à capacidade de atuação da UE que não está, depois de décadas de desinvestimento, preparada para ombrear militarmente com os EUA.
Ao contrário de Marine Le Pen, que assume uma postura cada vez mais gaulista, em coerência com a transformação da “Front Nacional” (Frente Nacional) herdada de seu pai em “Rassemblement Nacional”, Ventura continua a não criticar Trump.
O líder norte-americano tem preocupado os aliados ao recusar-se a descartar o uso da força militar para tomar este território autónomo à Dinamarca, membro da NATO.
O líder norte-americano tem preocupado os aliados ao recusar-se a descartar o uso da força militar para tomar à Dinamarca este território autónomo, membro da NATO.
Este financiamento fornecerá novos veículos, sistemas de comunicação e capacidades de proteção contra 'drones', garantindo que as tropas britânicas estão prontas para o destacamento.
Presidente dos Estados Unidos tem sido alvo de críticas depois do ataque à Venezuela.
Professor concorre ao Palácio de Belém para estar ao lado do povo e lutar na defesa dos direitos laborais, dos reformados e das questões ecológicas.
Encontro deve acontecer na próxima semana, de acordo com o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio.
O governo da ilha já solicitou uma reunião “urgente” para discutir “as reivindicações dos Estados Unidos” sobre o país.
António José Seguro recebeu um presente de Jorge Pinto, que na prática deixou de ser candidato. Cotrim foi funambulista na direita. Gouveia e Melo agarrou na ameaça Trump para fazer valer as suas credenciais - e não largou Marques Mendes, que teve mais uma noite difícil. Os mais pequenos propuseram nacionalizar os lucros da banca e construir 100 mil casas por ano. E houve Manuel João Vieira.
Em 2026 vamos saber se a Ucrânia vai sobreviver como país íntegro e soberano à agressão russa e à viragem politico-diplomática de Washington, com Trump na Casa Branca. Vamos também saber se os líderes europeus estarão à altura do desafio tremendo que já atravessam e se vão ser capazes de falar verdade ao seus eleitores sobre o que verdadeiramente está em causa: defender a Ucrânia, fazer sacrifícios que não pensávamos ser necessários e projetar uma nova arquitetura de Segurança que não dependa dos EUA. Não será coisa pouca.
O primeiro-ministro referiu que Portugal pode, no entanto, contribuir para a força de paz de outras formas.
Luís Montenegro escreveu na rede social X que Portugal subscreve declaração de europeus sobre autonomia da Gronelândia.
A UE mostra-se "medrosa" em enfrentar o "jacaré norte-americano", mas deve fazê-lo, este ano, se quer salvar a ordem internacional. O antigo ministro da Economia lembra ainda que o excesso de petróleo atual é tal que seria possível parar a produção por três meses.
Depois dos ataques na Venezuela e sequestro de Nicolás Maduro, crescem as preocupações relativas às anteriores ameaças do executivo.