Ministro diz que Governo será implacável perante aumento da sinistralidade rodoviária
Luís Neves mostrou-se preocupado perante o aumento da sinistralidade rodoviária.
Luís Neves mostrou-se preocupado perante o aumento da sinistralidade rodoviária.
Luís Neves ocupou o cargo até fevereiro, altura em que integrou o Governo.
O atual Diretor da Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e à Criminalidade Tecnológica sucede a Luís Neves, o atual MAI.
A decisão de Luís Neves foi tomada com base na proposta apresentada pela Inspeção-Geral da Administração Interna.
Luís Neves explica que danos provocados pelas intempéries que ocorreram no país no início do ano também são um fator de risco acrescido para a propagação dos incêndios.
Luís Neves sustentou que o Governo "não aceita ações deste tipo" e "repudia transversalmente todo este tipo de atos".
Primeiro-ministro sublinha que, apesar disso, que a PJ "está a funcionar com total regularidade" desde que Luís Neves foi nomeado ministro da Administração Interna.
Luís Neves não é um político. É um polícia. E essa distinção, que pode parecer semântica, constitui na verdade o ponto fulcral da sua nomeação.
Luís Neves já esteve reunido com a Associação Sindical a Associação Sindical dos Profissionais da Polícia, que tinha abandonado as negociações com a anterior ministra Maria Lúcia Amaral.
Se gerir a Administração Interna com o ritmo que imprimiu na PJ, os secretários de Estado terão motivos de preocupação. Já acordou um procurador às 3h da manhã e marcava reuniões fora de horas. Mas no último dia chorou.
Luís Neves destacou que são isolados os casos de violência policial e do alegado envolvimento de polícias em grupos nazis.
Luís Neves respondia às críticas que se têm vindo a fazer pelo facto de ter passado diretamente de diretor da PJ para o Governo.
Na quarta-feira, o novo ministro da Administração Interna esteve reunido no ministério com o Comandante-Geral da GNR, Tenente-General Rui Veloso, e com o Diretor Nacional da PSP, Superintendente-Chefe Luís Carrilho.
A nomeação do ex-diretor-nacional da PJ para ministro da Administração Interna é uma grande carta de Montenegro, mas levanta muitas questões sérias.
O ex-primeiro-ministro Pedro Passos Coelho criticou esta terça-feira, durante uma conferência em Leça da Palmeira, a escolha de Luís Neves para o cargo de ministro da Administração Interna. O antigo governante sublinha que esta escolha abre precedentes que considera graves e coloca em causa a separação de poderes. "Não se pode passar, penso eu, de diretor da Polícia Judiciária para ministro da Administração Interna. (...) Não é um bom sinal que se dá", disse.
O Presidente da República ainda teve um papel na escolha do nome de Luís Neves para ministro. E os Serviços de Informação avisam para a guerra psicológica russa sobre os voluntários portugueses.