Rússia focou desinformação na UE e reduziu ataques contra EUA em 2025, diz relatório
Atores russos procuraram retratar Moscovo como "uma alternativa a um Ocidente supostamente decadente em termos morais".
Atores russos procuraram retratar Moscovo como "uma alternativa a um Ocidente supostamente decadente em termos morais".
Sergey Lavrov sublinhou que a Rússia está "disposta a desempenhar" neste processo "um papel de mediador, se for necessário", tal como o Presidente Vladimir Putin assegurou, mais do que uma vez.
Também foram impostas sanções a outros quatro indivíduos por desinformação sobre a guerra na Ucrânia.
O novo filme de Olivier Assayas estreia esta quinta-feira nos cinemas portugueses, com Paul Dano e Jude Law nos papéis principais.
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse, esta terça-feira, que a Rússia continua disposta a ajudar a mediar o fim da guerra no Médio Oriente. O presidente russo, Vladimir Putin, e o presidente dos EUA, Donald Trump, falaram ao telefone esta segunda-feira.
Na semana passada, o secretário do Tesouro já tinha referido que o Governo estava a considerar suspender as sanções ao crude russo para melhorar o fornecimento global.
Os Estados Unidos e Israel desencadearam pelo seu lado bombardeamentos no Irão desde 28 de fevereiro, que mataram o líder supremo iraniano, Ali Khamenei, interrompendo as negociações em curso entre Washington e Teerão, centradas no programa nuclear iraniano.
A barbárie de Putin, pelos vistos, não comove o PCP. Felizmente, tem comovido os eleitores, que reduziram o partido a três gatos pintados. Se um dia a bancada ficar vazia, será também por causa da Ucrânia.
A invasão de Putin está longe de parar: o presidente da Rússia não quer "só o Donbass". Quer toda a Ucrânia. Faz da agressão sobre Kiev, em capa de expansão neoimperialista, a sobrevivência do seu modo de liderar. Recuar seria admitir o erro. E, no Kremlin, o poder afirma-se de forma vertical. Sem hesitações. A sangue frio, para que eventuais críticos ou opositores não acreditem em alternativas. Não percebermos isso é não percebermos nada.
Presidente russo enviou uma mensagem de condolências ao presidente do Irão.
O método de assassinar opositores de forma silenciosa tem mais de um século e começou nos alvores da revolução bolchevique, com um laboratório mandado construir por Lenine. Atravessou gerações e chegou até Putin. Navalny foi a última das vítimas.
Não, gente: a Ucrânia "não perdeu a guerra". Muito menos lhe resta apenas "aceitar as exigências de Trump e submeter-se ao poder russo". Putin achava que tomava Kiev em quatro dias ou, vá lá, quatro semanas. Quatro anos depois, aqui estamos. Mais arriscado que o avanço russo no terreno (pífio, demorada, insuficiente) é acreditar em quem ecoa a propaganda de Moscovo. É esse o desafio: manter o apoio e permitir que a heróica resistência ucraniana não esmoreça. Não é por eles: é por nós.
As medidas visam o setor energético russo, bem como redes internacionais de comércio ilícito de crude e empresas fornecedoras de equipamentos militares ao exército russo.
O primeiro-ministro húngaro acusa a Ucrânia de "chantagem" por bloquear o fornecimento de petróleo à Hungria através do oleoduto Druzhba.
Declarações surgiram depois de uma declaração conjunta de cinco países europeus ter revelado que o opositor russo morreu devido ao veneno de uma rã-flecha.