Ucrânia: Mais de mil casas ficaram sem aquecimento após grande ataque noturno da Rússia
Kiev, Dnipropetrovsk, Kharkiv, Sumi e Odessa foram os alvos desta mais recente ofensiva aérea russa.
Kiev, Dnipropetrovsk, Kharkiv, Sumi e Odessa foram os alvos desta mais recente ofensiva aérea russa.
A cedência de território, garantias de segurança e quando os combates devem cessar são as três questões centrais e nas quais os dois lados estão sob discórdia.
A convergência de fatores externos e internos vai continuar a pressionar os decisores europeus à medida que o crescimento económico continua morno, a erosão de consensos e as pressões sobre os governos se intensificam, a competição por recursos naturais acelera, a crise climática não abranda e os ataques híbridos e a insegurança cibernética passam a ser mais frequentes.
Segundo Dmitry Peskov, “a conversa continuará sobre o tema da resolução do conflito ucraniano e outros tópicos relacionados”.
Witkoff viaja ainda esta quinta-feira para Moscovo, prevendo-se um encontro com a cúpula do Kremlin para transmitir o ponto da situação negocial com Kiev.
O Presidente russo propôs que os fundos fossem enviados para o Conselho de Paz, uma iniciativa do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que tem como objetivo garantir a paz na Palestina.
O líder russo lembrou ainda que esta questão "não diz respeito" à Rússia e manifestou a sua convicção de que Washington e Copenhaga chegarão a acordo.
'Consumo Obrigatório' é o novo livro de Virgílio Castelo, em que o ator conta as memórias, mais ou menos autobiográficas, de muitas noites passadas em espaços emblemáticos de Lisboa e não só
A operação tem sido repetida pela Rússia em todas as estações frias dos quase quatro anos de guerra, com o objetivo de enfraquecer a vontade de resistência dos ucranianos.
Apesar de Moscovo ser afetado por estas ações militares, uma vez que parte do seu petróleo era proveniente da Venezuela, esta operação poderá jogar a seu favor. A captura de Maduro tornará mais difícil a possibilidade de outros países condenarem a sua ofensiva na Ucrânia.
Em 2026 vamos saber se a Ucrânia vai sobreviver como país íntegro e soberano à agressão russa e à viragem politico-diplomática de Washington, com Trump na Casa Branca. Vamos também saber se os líderes europeus estarão à altura do desafio tremendo que já atravessam e se vão ser capazes de falar verdade ao seus eleitores sobre o que verdadeiramente está em causa: defender a Ucrânia, fazer sacrifícios que não pensávamos ser necessários e projetar uma nova arquitetura de Segurança que não dependa dos EUA. Não será coisa pouca.
Estes ataques ocorrem um dia antes de uma reunião em Paris dos países aliados de Kiev para tentar avançar com uma resolução do conflito mais sangrento na Europa desde a Segunda Guerra Mundial.
Tudo terá acontecido na noite de 29 de dezembro.
O encontro em solo ucraniano deverá acontecer no dia 03 de janeiro, detalhou Zelensky, que voltou a acusar Moscovo de falsidade sobre um alegado ataque ucraniano a uma residência do Presidente russo, Vladimir Putin.
No domingo, o Trump anunciou que Rússia e Ucrânia concordaram negociar através de um grupo de trabalho, formado pelos seus principais colaboradores, para finalizar um acordo de paz "nas próximas semanas".
O presidente dos EUA e da Ucrânia estiveram este domingo reunidos para discutirem o plano de paz e as garantias de segurança - que estão quase concluídas. Delegações voltam a encontrar-se nas próximas semanas.