Primeiro-ministro anuncia aumento de exportações e afasta problema com despesa
Durante o debate quinzenal na Assembleia da República.
Durante o debate quinzenal na Assembleia da República.
Questão em torno dos dotes de dança surgiu no debate quinzenal, a propósito do teor da proposta do Governo de Orçamento do Estado para 2027.
Ministro das Finanças entregou esta quinta-feira a proposta do Orçamento do Estado para 2027. Do salário mínimo ao IMT Jovem, estas são as principais medidas previstas pelo Governo.
Proposta será apresentada esta quinta-feira.
O problema das contas públicas que ninguém quer resolver, e de que quase ninguém se atreve a falar na clique político-mediática, é este: o Estado gasta demasiado.
Alteração à lei do arrendamento foi discutida esta quarta-feira no Parlamento, após ser aprovada num Conselho de Ministros onde se sentam muitos interessados: 6 ministros e 10 secretários de Estado (um deles com €136 mil de rendas num ano)
O economista reagiu às declarações do primeiro-ministro, Luís Montenegro, sobre o perigo de um novo resgate ao país e a recusa em ser o "pai da austeridade".
Mas há uma pergunta que 108 anos de distância tornam inevitável: quantas gerações serão ainda necessárias para Portugal deixar de anunciar políticas de habitação e conseguir finalmente manter uma política de habitação?
Preço das casas subiu 16,5% no segundo trimestre de 2026, face ao período homólogo do ano anterior.
Estes agendamentos do executivo PSD/CDS, que incluem também uma alteração à lei geral tributária, foram hoje anunciados pelo porta-voz da conferência de líderes, o deputado social-democrata Francisco Figueira.
Os preços altos chegaram ao centro do debate, mas a forma superficial como são debatidos distorce a realidade - e deixa de lado o problema de fundo.
A política portuguesa tornou-se monótona – a oposição também aposta só no “dar”. O Chega quer dar tudo o que puder, o PS, mais seletivo, quer dar nos impostos dos combustíveis e no IVA zero no cabaz alimentar (mesmo que este dê mais a ricos do que a pobres, não interessa, o verbo chave é dar). O vocabulário político nacional fala de reformas e reformas agora, é isto: dar qualquer coisinha ou criar a aparência de que se dá qualquer coisinha.
Para atrair e reter trabalhadores, as empresas oferecem cada vez mais apoios extra salariais onde a resposta pública falha: saúde, fertilidade, pensões, habitação e cuidados com filhos e doentes. Os benefícios flexíveis, com zonas cinzentas nas vantagens fiscais, são outra tendência. E também há quem dê mais tempo livre, com o mesmo salário.
Deputado insistiu que "ninguém pode estar acima da lei, nem Luís Neves, nem nenhum outro".
À SÁBADO, o economista Pedro Brinca considera que medidas anunciadas pelo primeiro-ministro ajudam apenas a curto prazo.
Miranda Sarmento defendeu apoios ao rendimento em vez de mexidas no IVA da energia.