Sábado – Pense por si

O sniper da Guerra Colonial

Nem a família ou os amigos sabiam das missões secretas deste agente português, que agora conta a sua história pela primeira vez. E ainda: o boom dos pastéis de nata; um ensaio com a banda Da Weasel.

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João Costa da Silva, antigo combatente na Guerra Colonial
João Amaral SantosEduardo Dâmaso

O sniper secreto que matou por Portugal em Moçambique

Durante 50 anos, João Costa da Silva guardou segredo sobre o seu verdadeiro papel na Guerra Colonial em Moçambique. Com o nome de código Combako, teve treino especial nas Comores e participou nas operações secretas de Jorge Jardim para eliminar altos dirigentes políticos e militares da Frelimo que atravessaram fronteiras para o território da Tanzânia.

Francisco Pinto Balsemão recordado em 88 histórias sobre a sua vida
Alexandre R. MalhadoAna TabordaLuísa OliveiraSónia Bento

Balsemão em 88 histórias

Durante 88 anos, Balsemão foi quase tudo: jornalista, deputado, fundador do PSD, ministro e primeiro-ministro. Estas são 88 histórias da vida fabulosa e desconhecida do último senador.

João Vaz de Almada, em Maputo

Venâncio Mondlane: “A Frelimo só criou miséria nestes 50 anos”

A SÁBADO entrevistou, em exclusivo desde o seu quartel-general em Maputo, o candidato que (alegadamente) perdeu a eleição presidencial mas que arrasta milhares sempre que sai às ruas. Montou um Governo paralelo para monitorizar o Executivo da Frelimo nos primeiros 100 dias e espera ver as 30 medidas que exigiu cumpridas até 27 de abril. Depois, a turbulência pode voltar a Moçambique.

Tsunami em Gaza

Ao contrário do cromatismo, o clamor que saiu das gargantas de dezenas de milhares de moçambicanos era bem definido: Venâncio! Venâncio! Este país é nosso! Salva Moçambique! Foi assim no Chibuto, na Macia/Bilene e no Xai-Xai, a capital da província.

João Vaz de Almada, em Maputo

Daniel Chapo é o novo presidente da Frelimo

Presidente da República de Moçambique foi eleito hoje presidente do partido Frelimo, no poder em Moçambique desde a independência, com 243 votos a favor e duas abstenções. Centro de Integridade Pública deu entrada com uma providência cautelar alegando incompatibilidade de funções.

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