Greve encerra maioria das escolas do pré-escolar e 1.º ciclo
"Temos uma adesão de 80% à greve", disse o Sindicato de Professores, de Técnicos Superiores, de Assistentes Técnicos e Operacionais.
"Temos uma adesão de 80% à greve", disse o Sindicato de Professores, de Técnicos Superiores, de Assistentes Técnicos e Operacionais.
Segundo dados apurados pela plataforma cívica da metaPROF.
Numa manifestação em frente ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação, em Lisboa.
Não obedecem a professores, nem a assistentes operacionais, batem nos colegas e em quem lhes apareça à frente. A violência começa agora no pré-escolar e intensifica-se no primeiro ciclo.
Perante a diferença entre as vagas inicialmente disponibilizadas e professores colocados, a Fenprof quer saber quantos lugares ficaram efetivamente por ocupar.
A sucessiva contratação a termo faz com que haja professores com salários mais baixos do que os outros colegas com o mesmo tempo de serviço.
Há cada vez mais adesão à greve geral marcada para esta quarta-feira, 3 de junho.
A greve geral convocada pela CGTP encontrou adesão em vários setores, da saúde e educação aos transportes. Está marcada para o início do próximo mês.
"O processo de colocação é complexo, é pouco transparente", afirmou o ministro da Educação.
Com os bombos a marcar o ritmo, o desfile marcado por muitas faixas, bandeiras, cartazes, avançava ao som de palavras de ordem como: "A luta continua, nas escolas e na rua" e "Negociação Sim, imposição não".
A entrada na carreira pressupõe um ano inicial de período experimental, com acompanhamento por um docente designado e a sua conclusão com sucesso determina “a manutenção ou cessação do vínculo”.
Para a Fenprof, os problemas nas escolas têm-se agravado porque o Governo continua a adiar medidas importantes.
Docentes pedem também um número máximo de 19 alunos por turma.
O secretário-geral salientou que os dados relativos à falta de docentes confirmam o agravamento da situação.
O secretário-geral explicou que o horário dos professores está dividido em componentes letiva, não letiva e de trabalho individual, que faz que os docentes trabalhem "mais de 50 horas por semana".
A menos de um mês da data prevista para a greve geral, dezenas de sindicatos já anunciaram a sua vontade de se juntar ao protesto.