Estados Unidos oficializam retirada da missão militar no Iraque
País retirou a maioria das suas tropas em 2011, mas voltou a enviar apoio contra o Estado Islâmico em 2014, só encerrando mais tarde a presença das últimas bases militares no Iraque.
País retirou a maioria das suas tropas em 2011, mas voltou a enviar apoio contra o Estado Islâmico em 2014, só encerrando mais tarde a presença das últimas bases militares no Iraque.
Shabab al Muhayir na mira dos norte-americanos.
Al-Minuki "pensava que se podia esconder em África, mas não sabia que tínhamos fontes a manter-nos informados sobre as suas actividades", referiu o presidente norte-americano.
Os ataques foram realizados contra o grupo fundamentalista na Síria, numa resposta ao ataque que matou dois militares norte-americanos e um tradutor.
Líderes nigerianos já afirmaram que a ofensiva é consequência de uma troca de informações estratégica entre os dois países contra os grupos militares.
Grupoo planeava ataques durante o período de festividades do fim do ano.
O ataque terrorista de domingo passado foi realizado por dois homens com ligações ao grupo Estado Islâmico, pai e filho, e foi o pior tiroteio do género na Austrália em várias décadas.
Os suspeitos permaneceram no país de 1 a 28 de novembro, tendo a cidade de Davao, no sul, como destino final antes de voarem de volta para a Austrália.
As autoridades classificaram o ataque como antissemita, mas até então tinham fornecido poucos detalhes sobre as motivações dos agressores.
O presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu retaliação após um ataque na Síria atribuído ao Estado Islâmico que causou a morte de dois militares norte-americanos e um civil.
Em Washington Al-Sharaa anunciou o “desejo, as intenções e a prontidão” para se juntar aos 89 países que compõem a coligação.
Ahmed al-Shaara vai a Washington para se encontrar com Donald Trump e se juntar a uma coligação liderada contra o Estado Islâmico.
O sítio arqueológico de 3 mil anos está a ser recuperado pelo governo iraquiano após ter sido destruído por jihadistas do Estado Islâmico em 2015.
A PGR perguntou às autoridades iraquianas se estão dispostas a aceitar que Nero Saraiva cumpra em Portugal a pena de 15 anos a que foi condenado por pertencer ao Estado Islâmico.
O militar é chefe das forças armadas libanesas desde 2017. Durante o cargo, liderou a luta contra o Estado Islâmico na fronteira com a Síria, impedindo a entrada do grupo terrorista no Líbano, o que lhe valeu uma reputação respeitada por todo o país.
As autoridades também informaram que o alegado autor do ataque de atropelamento em Nova Orleães proclamou em vários vídeos o seu apoio ao grupo Estado Islâmico (EI) e invocava ter aderido à organização.