A história repete-se: As intervenções dos Estados Unidos na América Latina e Caraíbas
A Doutrina Monroe, implementada pela primeira vez em 1823, tem sido utilizada para justificar invasões dos EUA a países da América Latina.
A Doutrina Monroe, implementada pela primeira vez em 1823, tem sido utilizada para justificar invasões dos EUA a países da América Latina.
O Equador junta-se à Argentina, ambos com governos de direita, como aliados dos Estados Unidos, que têm sido publicamente destacados após a captura do líder venezuelano, que suscitou múltiplas críticas da comunidade internacional.
Na primeira apresentação enquanto representante de Maduro, Pollack questionou a legalidade do sequestro pelas forças norte-americanas e argumentou que o líder venezuelano tem direito à imunidade enquanto chefe de um Estado soberano.
No contexto da ofensiva militar israelita contra a Faixa de Gaza.
Da cultura à política, recordamos as figuras públicas portuguesas que marcaram o País e morreram no ano que agora termina.
José Antonio Kast, um advogado de 59 anos, venceu no domingo as eleições presidenciais chilenas, derrotando à segunda volta a candidata de esquerda, Jeannette Jara, por uma larga margem, quando estão contados mais de 99% dos votos.
Líder do grupo de trabalho da Casa Branca para o evento que segurança será uma prioridade.
Equipa das quinas tem o estatuto de cabeça de série
Ator e encenador, minhoto de Braga, apaixonado pelo teatro, fez cinema e atingiu a maior popularidade na televisão. Morreu aos 66 anos, vítima de cancro.
Urgências assistiram 27.703 estrangeiros não residentes.
O treinador português, que no sábado pode ganhar a terceira Taça Libertadores, é fã de carros (tem cinco na garagem), adora jogar padel, procura refúgio no humor e na meditação e não dispensa a leitura da Bíblia.
Sorteio realiza-se a 5 de dezembro, numa altura em que ainda faltam definir seis vagas
Estão fechadas as equipas apuradas diretamente na Europa. Falta definir 6 vagas.
Um dos homens mais procurados na Colômbia foi detido em Espanha, fugiu e pediu asilo em Portugal. É alvo de perseguição política, diz. A Colômbia pede extradição.
Milhares de portugueses que saíram de Angola e de Moçambique há 50 anos não vieram para Portugal ou apenas passaram pelo país. Muitos já tinham nascido em África. Houve quem voltasse mais tarde, mas vários continuam fora, onde se relançaram. Escaparam ao rótulo de "retornado", mas não ao sentimento de perda.
No domingo o Equador votou um referendo que, entre outras coisas, questionava sobre a possibilidade de os Estados Unidos reinstalarem presença militar no país.