Ministério Público pede condenação por homicídio para agente da PSP que matou Odair Moniz
Considera que o agente não agiu em legítima defesa
Considera que o agente não agiu em legítima defesa
Cláudia Soares disse ao tribunal: “É a minha convicção que não existiu uma arma branca”.
Ao longo do julgamento testemunhas asseguraram que Odaír não tinha qualquer faca na mão quando foi atingido pelo agente Bruno Pinto, que por sua vez alegou que acreditou que quando disparou Odaír o estava a ameaçar com uma faca.
Em causa exames periciais à faca encontrada no local do crime.
Na primeira sessão de julgamento o agente da PSP Bruno Pinto, que está acusado de homicídio, tinha garantido que viu uma lâmina na mão de Odair Moniz.
O Tribunal Central de Instrução Criminal, em Lisboa, ilibou em 16 de fevereiro por falta de provas dois agentes da PSP acusados pelo MP de falsidade de testemunho.
Votação foi adiada para que a família possa estar presente "em maior número".
Operação está relacionada com crimes de homicídio, ofensas à integridade física e outras ocorrências verificadas naquela zona.
Julgamento decorre no Tribunal de Sintra.
Odair Moniz morreu no dia 21 de outubro de 2024 no bairro da Cova da Moura, depois de ter sido baleado pela polícia. Julgamento do agente da PSP arrancou esta quarta-feira.
Odair Moniz morreu no dia 21 de outubro de 2024 no bairro da Cova da Moura, depois de ter sido baleado pela polícia. Julgamento arrancou esta quarta-feira.
Além de eventuais declarações do arguido, de 28 anos, está agendado para hoje o depoimento de cinco testemunhas.
O julgamento arranca amanhã no Tribunal de Sintra.
Dois polícias foram acusados de falsidade de testemunho. Procuradora confirma suspeitas sobre o punhal encontrado na cena do crime e auto de notícia da PSP, mas disse não ter recolhido indícios suficientes para acusar.
Novas escutas do caso Tutti Frutti revelam os bastidores da candidatura de 2017 à câmara de Loures e as surpreendentes premonições políticas daqueles que viriam a ser arguidos no processo
Os agentes foram constituídos arguidos por falso testemunho sobre a faca que apareceu no local e usada como "justificação para recorrer à arma de fogo".