CGTP diz que Prestação Social Única apresenta violações aos princípios básicos da igualdade
Trabalho não remunerado é uma das preocupações da central sindical, que considera ter muitas semelhanças com trabalho forçado.
Trabalho não remunerado é uma das preocupações da central sindical, que considera ter muitas semelhanças com trabalho forçado.
Os subscritores consideram que muitas mulheres regressam demasiado cedo ao trabalho, enfrentam dificuldades em compatibilizar a amamentação com a atividade profissional e continuam sujeitas a preconceitos, desinformação e discriminação.
As sondagens são só sondagens – no início de março de 2025, Pedro Nuno Santos também surgia na liderança, para depois perder estrepitosamente – mas dão um sinal. Que esse sinal imponha cautela generalizada é hoje o maior fator de estabilização da política portuguesa. Mudanças significativas nos alinhamentos podem mudar tudo, mas enquanto assim estivermos, valha-nos o Santo Inquirido.
Para a CGTP, a proposta do Governo dá aos senhorios "uma total liberdade na fixação das condições dos contratos de arrendamento, deixando os inquilinos em posição de maior fragilidade".
O PSD faz de conta que não sabe que ir para a cama com alienígenas, pequenos monstros verdes, poços de veneno, gente com Ébola, damas envenenadoras como na Renascença, ou com o Chega, é sair de lá irremediavelmente envenenado e com a pele a mudar de cor, e pequenos vermes no cérebro
Interrogado sobre as condições de governabilidade por parte do executivo PSD/CDS, após o chumbo na sexta-feira, na Assembleia da República, da proposta de revisão das leis laborais, o ex-ministro dos Assuntos Parlamentares defendeu que a situação política "é exatamente a mesma".
No discurso que proferiu no Congresso Nacional do PSD, que decorre em Anadia, distrito de Aveiro.
"Saiu-nos do pelo, mas valeu bem a pena. Nos últimos tempos não temos tido a vida fácil, aproveitemos agora para festejar", sublinhou.
Ministro da Presidência deixou também críticas ao PS, que considerou parecer querer "fazer sofrer o Governo" pelos problemas que deixou após oito anos de governação.
Tiago Oliveira celebrou na Assembleia da República.
Proposta de lei do Governo foi rejeitada na generalidade.
Questionado se o facto de estar a negociar com o Chega sobre este tema não constitui uma mudança de paradigma na política portuguesa, Montenegro respondeu: “Não vejo onde é que está a novidade”.
Líder da central sindical criticou o 'timming' da discussão, acusando o Governo de tentar por "todos os meios, encurtar prazos, não respeitando os próprios prazos da discussão pública".
Quando se decide fazer uma greve geral contra um “pacote laboral” moribundo, a motivação torna-se mais interior, menos uma luta contra uma legislação que não vai passar e mais uma exibição de força sindical de per se, e isso nos dias de hoje mobiliza menos e isso torna o resultado menos eficaz.
A central sindical considera "inaceitável" que o Governo desvirtue um conjunto de 13 prestações sociais com o pretexto de aproveitar fundos provenientes do PRR.
Paulo Raimundo defendeu que “o que vai derrotar o pacote laboral vai ser a continuação da luta dos trabalhadores” e disse que o seu partido vai estar “atento a manobras e golpadas do ponto de vista institucional”.