Trabalhadores da Autoeuropa prometem continuar luta contra pacote laboral
Vão participar na manifestação da CGTP-IN convocada para 28 de fevereiro, em Lisboa.
Vão participar na manifestação da CGTP-IN convocada para 28 de fevereiro, em Lisboa.
Nos termos do acordo plurianual para o período 2026-2029, "a atualização salarial em 2026 será de 56,58 euros ou um mínimo de 2,15%, e de 60,52 euros ou um mínimo de 2,30% em 2027, 2028 e 2029".
Dirigente da CGTP criticou o líder do Chega por estar "sempre a falar de rendimento mínimo e nunca fala do rendimento máximo".
A CGTP tinha pedido em 15 de dezembro uma reunião com o primeiro-ministro, Luís Montenegro, reafirmando a exigência de retirar o pacote laboral, expressa, "de forma inequívoca", na greve geral de 11 de dezembro.
Estrutura da CGTP não assina acordo proposto pelo Governo, que segundo Sebastião Santana quer fechar as negociações para este ano com aumentos de 56,58 euros, ou um mínimo de 2,15%, e a subida do subsídio de refeição para 6,15 euros por dia.
A central sindical entreou as assinaturas após a manifestação em frente à Assembleia da República.
Candidata presidencial garantiu que se for eleita vetará as alterações à lei propostas pelo Governo.
Adiamento deveu-se a "motivos de agenda".
A manifestação vai decorrer na véspera de a CGTP ser recebida pelo primeiro-ministro, em S. Bento, num encontro pedido pela central sindical e em que deverá também estar presente a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.
O secretário-geral do PCP disse que é na candidatura de Filipe "que está a expressão do programa político dos trabalhadores, do povo e da juventude".
Presentes na manifestação estiveram representantes do PCP e Bloco de Esquerda, bem como o candidato presidencial André Pestana.
O secretário-geral salientou que os dados relativos à falta de docentes confirmam o agravamento da situação.
Candidato defende que "neste momento não estão reunidas as condições para uma lei [laboral] passar".
O acordo foi assinado em outubro de 2024 entre Governo, as quatro confederações empresariais e a União Geral de Trabalhadores (UGT).
Primeiro-ministro assegura que "não há que ter medo" na nova lei.
Barómetro da Intercampus mostra que 6 em cada 10 inquiridos concordam com a paralisação de 11 de dezembro convocada pela UGT e CGTP, apesar de quase três quartos não terem feito greve.