Portugal precisa de mais 8 mil militares e está vulnerável nas defesas antiaéreas
Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas diz que o primeiro objetivo são 32 mil.
Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas diz que o primeiro objetivo são 32 mil.
Gouveia e Melo nega que a sua candidatura à presidência tenha sido impulsionada pela alegada tentativa de Marcelo de o afastar da corrida à Belém. Autora do livro, a quem o candidato deu uma entrevista, já veio a esclarecer a polémica.
O almirante revelou que só decidiu avançar para Belém quando leu uma notícia de que Marcelo Rebelo de Sousa pretendia travar a sua candidatura através da recondução como chefe da Armada.
"Deduzi que o que pretendiam era que eu ficasse amarrado à Marinha", afirmou o candidato.
E não quis porque achou que o preço de ser CEMGFA era desistir de Belém. Percebeu que queriam "empurrá-lo" para "um determinado sítio": para fora da corrida. A revelação surge em Henrique Gouveia e Melo, um retrato biográfico, de Gustavo Sampaio.
Chefe do Estado-Maior da Armada antecipou decisão de saída alguns meses, o que facilita candidatura à Presidência da República.
Gouveia e Melo comunicou intenção ao Conselho do Almirantado. Termina o mandato em dezembro e o seu nome tem sido avançado como o de potencial candidato presidencial.
Interrogado se já tem noção de que a recondução de Henrique Gouveia Melo não vai acontecer, o chefe de Estado recusou confirmar essa informação: "Eu até agora não tenho noção nenhuma".
Ministro da Defesa Nacional e chefe do Estado-Maior da Armada estiveram reunidos num bar em Lisboa.
Ex-jornalista e doutorada em História Contemporânea, Alexandra Marques lança agora o seu segundo livro sobre o processo de descolonização. "Deixar África" versa sobre os acontecimentos traumáticos da comunidade portuguesa em Angola e Moçambique.
A operação ucraniana em solo russo tem pelo menos 10 causas, ou objetivos, e consequências directas. Sem exagerar nem minimizar, quais são?
O atual processo de decisão na Venezuela, drama de um xadrez geopolítico maior, leva-nos à radiografia histórica do voto. De cura a doença, o processo eleitoral do mundo tem muitas voltas.
Os 61 mil milhões de dólares aprovados no Congresso e promulgados como lei pelo Presidente dos EUA, alteram alguma coisa no (des)equilíbrio de forças, na frente de combate russo-ucraniana?
“Deem-lhes pão e circo, e nunca se revoltarão.” É assim que costuma citar-se Juvenal, que nas Sátiras lamentava a transformação de um povo atento e exigente, numa massa mole, que pode ser comprada. Involuntariamente, Pedro Nuno Santos tocou no tema.
O atual primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, não esconde que, a principal motivação da sua vida política, nos últimos trinta anos, tem sido travar e bloquear os Acordos de Oslo (1993).
Uma primeira reflexão sobre a mudança de chefia no topo das nossas forças armadas, em tempo de noite negra sobre a Europa e o mundo.