De Marques Mendes a Assunção Cristas: As figuras de direita que vão votar pelo "seguro"
António José Seguro venceu a primeira volta das eleições presidenciais com 31%, disputando a segunda volta com André Ventura a 8 de fevereiro.
António José Seguro venceu a primeira volta das eleições presidenciais com 31%, disputando a segunda volta com André Ventura a 8 de fevereiro.
No domingo, António José Seguro e André Ventura foram os mais votados na primeira volta das eleições para o Palácio de Belém e vão disputar a segunda volta, em 08 de fevereiro.
Os especialistas revelam as melhores estratégias para ganhar dinheiro em 2025 e como cortar na dívida e nos gastos. E ainda: entrevistas com a ex-ministra Assunção Cristas e o ex-futebolista Marco Caneira; e o negócio da comida pronta, com grande procura no Natal e na passagem de ano.
Entrevista a Teresa Leal Coelho (PSD), agendada no canal onde Medina era comentador, foi cancelada três vezes por Sérgio Figueiredo. Medina foi o único candidato entrevistado pela TVI e Assunção Cristas (CDS) teve o dobro das peças durante a campanha. Autarquia viria a gastar mais de meio milhão de euros em apoios e adjudicações ao universo TVI/Figueiredo
Francisco Rodrigues dos Santos não quer fazer “ajustes de contas”. Mas não deixou de atirar ao portismo e a Assunção Cristas.
Durante quatro anos de investigação, a PJ queixou-se da falta de meios e o Ministério Público não ouviu nenhum dos intervenientes no negócio: Luís Montez, Ricardo Salgado, Maria Luís Albuquerque, Assunção Cristas e Zeinal Bava.
Quase 20 anos depois, o clube leonino venceu o título. D. Dolores, César Mourão, Tânia Ribas de Oliveira, Assunção Cristas e até a benfiquista Lili Caneças fizeram a festa.
Francisco Rodrigues dos Santos diz ter proposto ao PSD que Assunção Cristas, "pudesse liderar uma coligação de centro-direita", depois de nas últimas eleições autárquicas ter conseguido 20,6% dos votos para o partido e ser a "principal responsável pelo resultado eleitoral histórico".
Pedro Melo fez parte do Conselho de Jurisdição Nacional quando Assunção Cristas era presidente do CDS-PP, tendo-se demitido no final de 2019 por discordar da forma como estava ser conduzido o processo de refiliação do antigo líder do partido Manuel Monteiro, e integrou igualmente a direção de Ribeiro e Castro.
A vereadora da Câmara de Lisboa e ex-líder centrista foi testada por ter entrado em contacto com um infetado pelo novo coronavírus.
Assunção Cristas está a dar este sábado o seu último discurso como líder do CDS. Avaliou ter falhado no resultado do partido, apesar de ter cumprido o caminho traçado.
Abel Matos Santos, um dos cinco candidatos anunciados à sucessão de Assunção Cristas, defende que o partido deve assumir "sem vergonha" e "sem complexos" que é de direita.
A Tendência Esperança em Movimento pretende que a líder em funções do CDS ajude a resolver o impasse na refiliação de Manuel Monteiro ou na questão das contas do partido.
A ainda líder centrista vai manter-se como vereadora do partido na Câmara Municipal de Lisboa, para que foi eleita nas autárquicas de 2017.
O ex-ministro do CDS-PP, que falhou a eleição como eurodeputado e recusa suceder a Assunção Cristas, vai liderar nos próximos quatro anos a associação de um setor que vale 2,3% do PIB e emprega 18 mil pessoas.
Interrogada se irá assumir o seu lugar de deputada, Assunção Cristas escusou-se a responder a mais perguntas.