Tondela faculta apoio psicossocial a pessoas afetadas pelos incêndios
O apoio presencial funcionará na sede da União de Freguesias de S. João do Monte e Mosteirinho ou ao domicílio.
O apoio presencial funcionará na sede da União de Freguesias de S. João do Monte e Mosteirinho ou ao domicílio.
Comandante dos bombeiros alertou que a situação ainda está longe de estar resolvida.
Segundo informação do Instituto Português do Mar e da Atmosfera.
Governo declarou na quinta-feira situação de alerta em Portugal devido às altas temperaturas esperadas até segunda-feira, tendo emitido despachos de exceção para proibir a utilização de maquinaria em atividades agrícolas.
O de Vouzela (distrito de Viseu) concentra o maior número de meios, segundo indica a Proteção Civil.
Portugal continental atravessa num período de temperaturas elevadas, com máximas que podem chegar aos 44 graus Celsius (ºC) e mínimas entre os 24ºC e os 28ºC.
As 92 ocorrências registadas até ao final da tarde já obrigaram ao empenhamento de um total de 3.025 operacionais.
O corte ao trânsito, em ambos os sentidos, ocorreu pelas 19:20 e não há previsão para a sua reabertura.
Está em risco máximo praticamente todo o interior Norte e Centro do continente assim como dezenas de concelhos dos distritos de Faro, Beja, Leiria, Coimbra, Aveiro e Porto.
O fogo deflagrou às 16h06, na localidade de Ribeira de S. João.
Ao longo do dia uma segunda bombeira ficou com ferimentos ligeiros.
Todo o interior Norte e Centro do país está hoje em perigo máximo de incêndio, que atinge igualmente alguns concelhos dos distritos de Faro, Évora e Leiria.
O aviso vermelho é o mais grave e surge numa altura em que Portugal entra num período de temperaturas elevadas, com máximas que podem chegar aos 44 graus Celsius (ºC) e mínimas entre os 24ºC e os 28ºC.
Regista-se perigo de incêndio rural "muito elevado a máximo" em todo o território nos próximos dias devido à previsão de tempo quente.
Trata-se de um nível intermédio/alto de alerta que determina o reforço de meios e a prontidão das equipas de socorro e operacionais.
Ministro da Administração Interna já reconheceu várias vezes que este ano vai ser "muito duro" em relação ao risco de incêndios florestais, antecipando um verão "muito complicado".