Hungria anuncia paragem sem precedentes de central nuclear devido a seca e calor
Situada a cerca de cem quilómetros a sul de Budapeste, a central de Paks fornece cerca de 40% da produção anual de eletricidade do país.
Situada a cerca de cem quilómetros a sul de Budapeste, a central de Paks fornece cerca de 40% da produção anual de eletricidade do país.
Nos últimos meses o nosso País registou episódios de calor extremo e as temperaturas vão subir novamente. Os dados recolhidos pela Klarna, plataforma sueca de pagamentos e tecnologia financeira, mostram um aumento da procura por soluções de arrefecimento.
Mais de 1.200 mortes - de todas as causas - foram registadas no dia 24 de junho e mais de 1.400 mortes diárias nos dias 25 e 26 de junho.
Segundo o IPMA, a onda de calor manteve-se nas regiões norte e centro interior e Alentejo e apenas as regiões do litoral não estão em onda de calor.
Um dos incêndios florestais mais destrutivos percorreu cerca de 150.000 hectares perto de Longwood, a 150 quilómetros a norte de Melbourne, uma região coberta por florestas primárias.
Os trabalhadores ao serviço do metro de Riade sofreram graves abusos laborais durante uma década, denuncia a organização.
Segundo relatórios recentes da Organização Internacional do Trabalho, o calor excessivo é a causa de mais de 22,85 milhões de lesões de trabalhadores em todo o mundo.
Estes números correspondem "a um excesso relativo" de mais 21,2% face ao esperado, sobretudo no grupo etário com 75 ou mais anos de idade e na região Norte do país.
Os valores de temperatura máxima, prevê o IPMA, vão subir acima de "30°C na generalidade do território do continente, devendo superar 40°C em algumas regiões, em especial do interior".
Évora, Faro, Setúbal, Beja e Portalegre vão estar sob aviso laranja devido "à persistência de valores elevados da temperatura máxima" entre sábado e domingo.
Portugal continental vai registar uma subida de temperatura a partir desta segunda-feira com máximas entre os 33º e os 40º. O tempo quente pode prolongar-se até quinta.
O tempo quente pode prolongar-se até dia 19, em especial nas regiões do interior.
A autoridade de saúde recomenda que se mantenha em ambientes frescos, pelo menos duas a três por dia, que evite a exposição direta ao sol, principalmente entre as 11:00 e as 17:00, e que use protetor solar com fator superior a 30, renovando a sua aplicação de duas em duas horas.
Estes dois dias ficaram apenas atrás de quatro dias, entre 2 e 5 de agosto de 2018, em que se "verificaram condições meteorológicas semelhantes às atuais, mas durante um intervalo temporal maior", sublinhou o IPMA em comunicado.
É o que mostram os dados do IPMA, que detalha que o calor se deve a uma "massa de ar quente e seco com origem no norte de África".
As temperaturas mínimas vão variar entre os 14º Celsius (Bragança) e os 28ºC (Portalegre) e as máximas entre os 29ºC (Faro e Sines) e os 44ºC (Évora).