Montenegro volta esta quarta-feira ao parlamento com polémica no MAI e relatório do PR sobre tempestades
No debate deverá voltar a ser tema a proposta de lei do Governo de revisão das leis laborais.
No debate deverá voltar a ser tema a proposta de lei do Governo de revisão das leis laborais.
Regulador concluiu que o incidente de 28 de abril de 2025 teve origem em circunstâncias “exógenas e extraordinárias” associadas ao funcionamento interligado do sistema elétrico ibérico, com origem em Espanha. Decisão retira o apagão do cálculo dos indicadores de qualidade de serviço da REN e da E-Redes e afasta o pagamento automático de compensações individuais aos consumidores.
Governante referia-se às conclusões de um relatório que refere que "não há um único facto que do ponto de vista de ética criminal e de ilegalidade possa ser apontada ao general".
A rede de comunicações SIRESP tem sido marcada por várias polémicas, com destaque para as falhas no combate aos incêndios de 2017, assim como durante o apagão de 2025 e a tempestade Kristin que afetou a região centro no fim de janeiro.
António Pombeiro contradiz versão de Luís Neves.
Luís Neves refere que "mantém absoluta confiança" em Viegas Nunes para o exercício das funções de presidente da empresa que gere o SIRESP.
Em causa está a demissão do secretário-geral adjunto do Ministério da Administração Interna (MAI), António Pombeiro.
Sobre os motivos que levaram à demissão de António Pombeiro, o MAI considerou que "compete ao próprio secretário-geral adjunto, agora demissionário, pronunciar-se sobre os mesmos, não cabendo ao Ministério da Administração Interna elencá-los ou comentá-los".
A ministra da Saúde exonerou oito conselhos de administração de hospitais antes do fim dos seus mandatos, o que abriu a porta a vários processos de indemnização. Pelo menos 12 gestores fizeram o pedido de compensação, dois já foram para tribunal.
Horas antes, o hospital Radbud de Nimègue tinha confirmado o teste positivo de outro doente procedente do navio de cruzeiro.
Três pessoas que viajavam no cruzeiro morreram em consequência do surto de hantavírus no navio e há cinco outros casos suspeitos.
O Hondius esteve de quarentena em águas de Cabo Verde, desde domingo.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) reportou no domingo três mortes ligadas a um possível surto de hantavírus, que pode causar síndrome respiratória aguda, a bordo do navio.
Dois dos passageiros do navio de cruzeiro afetado com um surto de hantavírus foram transferidos para Joanesburgo, um faleceu e o outro permanece hospitalizado.
Uma vez no porto espanhol, a tripulação e os passageiros "serão devidamente examinados, receberão os cuidados necessários e serão transferidos para os respetivos países".
Autoridades sul-africanas solicitaram à companhia aérea que informe os passageiros afetados para que contactem o Ministério da Saúde.