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"Os membros da Opus Dei são privados do seu sentido crítico"

Sara Capelo
Sara Capelo 11 de junho de 2016 às 08:00

A fisioterapeuta e artista plástica, de 58 anos e há mais de duas décadas supranumerária, escreveu o ensaio Opus Dei Profundo – Desconstrução de um Mito (editado pela Guerra & Paz) e foi excluída pela instituição que diz ter interpretações distintas das suas

Dias depois da entrevista, Eugénia Tomaz enviou-nos um email: "As indicações que estão a ser dadas aos membros [é para] não comprarem o livro nem lerem." Mais alguns dias e nova mensagem: "Foi-me comunicado por uma directora numerária e pelo representante máximo da Obra em Portugal, Padre José Rafael Espírito Santo, que decidiram excluir-me como membro da Prelatura. Apenas verbalmente e sem qualquer documento oficial que tornasse objectivas as acusações de eu ser contra o espírito do Opus Dei." Questionado pela SÁBADO, o director do gabinete de imprensa da instituição, Pedro Gil, recordou que existe uma renovação anual do vínculo dos fiéis ao Opus Dei a 19 de Março, dia de São José, e que "a prelatura comunicou à Eugénia Tomaz que não via condições para essa renovação dado que a visão que tem sobre o Opus Dei se distancia, em pontos essenciais, da natureza e missão da prelatura tal como a Igreja as definiu e o fundador as propôs". Motivo para acrescentar, por email, as duas perguntas iniciais.

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