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“Não sou um yes man, sou um bom canalha. Impus-me um período de nojo do Governo”

Rotinas, não obrigado. Eduardo Águaboa foi jornalista, adjunto no Ministério dos Negócios Estrangeiros e agora escreve contos. Desta vez, convocou 24 autores de vários pontos do Mundo para comemorarem a diáspora da canalhice

Muito fumo, piano à média luz e um palco algures. Dos anónimos aos artistas, todos falam. Ao canto está o guardião da noite: um mocho de cobre. Chegámos ao bar dos canalhas, em Lisboa, onde quem não é um deles é infame. O maestro da companhia, Eduardo Águaboa, abre-nos as portas. Gere uma orquestra internacional com 24 autores de vários pontos do Mundo: Lisboa, Luanda, Benguela, São Paulo, Paris, Bombaim, Atenas, Luxemburgo, Dusseldorf, Stade, Bahia. 

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