O Presidente da República salienta este sábado, no Dia Mundial e Europeu contra a Pena de Morte, a sua "total e absoluta oposição à pena capital", que qualifica como "um ato cruel, desumano e degradante".
António José Seguro, o Presidente da RepúblicaMIGUEL PEREIRA DA SILVA/LUSA
Numa mensagem publicada no sítio oficial da Presidência da República na Internet, António José Seguro afirma que "é encorajador que o número de países abolicionistas seja cada vez maior" e "congratula-se com o recente passo dado pelo Líbano, que se tornou o primeiro país do Médio Oriente a abolir a pena de morte".
"No entanto, apesar dos progressos alcançados, o número de execuções é muito elevado e muito há ainda a fazer para que a pena seja definitivamente abolida em todo o mundo. O Dia Mundial e Europeu contra a Pena de Morte constitui, por isso, uma importante ocasião para se renovar o compromisso para com este objetivo", acrescenta.
O chefe de Estado salienta, nesta data, "a sua total e absoluta oposição à pena capital", considerando que, "além da sua natureza irreversível, a pena de morte é incompatível com a dignidade humana, constituindo um ato cruel, desumano e degradante".
António José Seguro reafirma também "o compromisso de Portugal, enquanto país pioneiro na abolição da pena de morte, com essa abolição universal da pena capital, que teve ocasião de reiterar, há poucos dias, em Estrasburgo, na sua intervenção perante a Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, organização que constitui um espaço livre de pena de morte", lê-se na nota.
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