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Adiado julgamento da morte de empresário

A decisão do Tribunal da Relação do Porto poderá resultar em libertação imediata, por excesso de tempo de prisão preventiva dos suspeitos

Os sete homens acusados de raptar e de matar – dissolvendo o corpo com ácido sulfúrico – o empresário João Paulo Fernandes em Braga, em 2016, viram o julgamento adiado. O motivo foi considerar-se nulo o primeiro interrogatório e a sessão desta quinta-feira não se realizou.

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