PR lamenta morte do ex-chefe do Exército general Martins Barrento
O Presidente da República e comandante supremo das Forças Armadas "expressa aos seus familiares e amigos a sua solidariedade e camaradagem neste momento de pesar".
O ex-chefe do Estado-Maior do Exército general António Martins Barrento morreu, confirmou este sábado à Lusa fonte deste ramo militar, e o Presidente da República lamentou a sua morte e enalteceu a sua "elevada competência e liderança".
Numa nota publicada no sítio oficial da Presidência da República na Internet, Marcelo Rebelo de Sousa "relembra a sua exemplar carreira ao serviço operacional do Ultramar, na NATO e ainda na área da História e do pensamento militar".
"Ao longo de 45 anos de serviço, destaca a sua elevada competência e liderança, e a forma altamente eficaz como atendeu às necessidades de modernização do Exército e do desbloqueamento de carreiras dos militares", lê-se na nota do chefe de Estado.
O Presidente da República e comandante supremo das Forças Armadas "expressa aos seus familiares e amigos a sua solidariedade e camaradagem neste momento de pesar".
António Eduardo Queiroz Martins Barrento nasceu em Estremoz em 1938 e era licenciado em Ciências Militares, com o Curso de Estado Maior (1970/73), o Curso Superior de Guerra (Paris, 1978/80) e o Curso Superior de Comando e Direção.
Segundo uma nota biográfica da editora Tribuna da História, foi professor do Instituto de Altos Estudos Militares durante dez anos, lecionando várias matérias, nomeadamente de História Militar e professor catedrático convidado do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP) da Universidade Técnica de Lisboa.
"Serviu no Ultramar, em Moçambique, Angola e Timor. Como oficial general desempenhou funções na NATO, em Mons, na Bélgica, e foi general chefe do Estado-Maior do Exército de março de 1998 a Março de 2001", lê-se nessa nota biográfica.