Um anteka, taptap e pectopah
Rui Miguel Tovar Jornalista
14 de julho de 2018

Um anteka, taptap e pectopah

A aventura russa continua a um ritmo vertiginoso de bifes tártaros, seja em Moscovo, São Petersburgo, Nizhny Novgorod ou Samara.

E quando eles começam a responder em russo ao nosso inglês? É um fartote. Mais cómico se torna quando a conversa já resvala para o russo-português, estilo "povernite nalevo, zatem idite pryamo" (isto em cirílico é ainda mais imperceptível), com alguns gestos universais à mistura, ao que respondo com "ai é à esquerda e depois em frente? 'tá boa" em bom português e, do outro lado, recebo um "da" sorridente. Ao menos isso, sorrisos. É uma constante.

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