Os caminhos das “direitas”
Nuno Rogeiro
29 de março

Os caminhos das “direitas”

Com um governo minoritário sob pressão, com um PR eventualmente solidário, com uma grande crise nas “esquerdas”, as “direitas” domésticas deviam estar em alta. Porque é que isso não acontece? Algumas explicações

Há muito que os partidos não discutem "ideologia". Nada dizem sobre a essência daquilo em que acreditam. Daí que a "política" se faça cada vez mais fora dos partidos. A "direita" não tem compreendido isto.

O "teletrabalho" é apenas a ponta do icebergue da nova economia. Com os reflexos da pandemia a estenderem-se provavelmente até 2023, trata-se de um período suficientemente longo para não se entender como interlúdio, e sim enquanto modelo alternativo. A "direita" não pode perder a batalha pela compreensão e domesticação destes fatores.

Ao contrário das suas encarnações passadas, as "direitas" aprenderam o valor da justiça social, num País ainda desequilibrado. Mas não fazem disso o fundamento da sua ação.

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