Instantâneos ou quase (36)
António José Vilela Diretor-adjunto
20 de fevereiro

Instantâneos ou quase (36)

O ministro Brandão Rodrigues é uma autêntica nulidade na pasta da Educação, sobretudo num momento como este. Não faz o que promete, não faz o que deve. E é quase ofensivo que cirande por programas de entretenimento nas televisões.

Um ano depois
O Governo de António Costa vem agora dizer que a prioridade é testes em massa a infetados, contactos primários e secundários. Só vamos com cerca de um ano de pandemia até que se reconhecesse algo que todos os especialistas diziam.

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O ministro Brandão Rodrigues é uma autêntica nulidade na pasta da Educação, sobretudo num momento como este. Não faz o que promete, não faz o que deve. E é quase ofensivo que cirande por programas de entretenimento nas televisões.

Respeitinho
Há jornalistas com certezas absolutas na pandemia. São José Almeida escreveu no Público que não quer ninguém a pressionar o Governo para o fim do confinamento. E até diz que os camaradas devem acalmar a "histeria de perguntas disparatadas".

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