Sábado – Pense por si

Um milagre português

Cá dentro, a coisa marcha: há a campanha para tomar de assalto as instituições independentes, leia-se descrentes e maldosas. E há a ocupação dos media com simpáticos avençados

A Primavera estalinista

A hipótese provável é a de uma repugnante percentagem dos nossos representantes do povo defenderem de facto o genocídio como política económica e método de preservação do poder

Em terra de zarolhos

O problema é que, mesmo quando a presunção é hipotética ou falsa, os offshores evocam dinheiro que escapa ao controlo pleno da oligarquia

Um tempo cada vez mais novo

Para fingir o contrário, Portugal muda os nomes das coisas que não importam. À Portela chamam agora Humberto Delgado. E o imaginativo prof. Marcelo propôs que o Montijo fosse baptizado em honra de Mário Soares

O verdadeiro problema dos portugueses

Se há coisa que os portugueses fazem ainda melhor do que resmungar é obedecer. Pior, fazem-no sem desconforto aparente. E depois queixam-se. E depois obedecem

A eutanásia da menina Isabel

Após 22 anos, as hesitações sobre a eutanásia não desapareceram. Entretanto, porém, adquiri um hábito saudável. E não é andar de bicicleta: sempre que dou por mim cheio de dúvidas, procuro a opinião de gente iluminada

Todos contra Trump?

Uma pessoa tem de ter cautela para não se misturar com a gente que, concordando em quase tudo com o sr. Trump, inventa ou distorce factos para “provar” que discorda imenso

O “pensamento” único

Nas televisões e nos jornais, sobram, por enquanto, alguns lugares onde a “direita” consegue aliviar-se de duas ou três opiniões. O quadro geral, porém, é de uma humilhante submissão ao poder vigente e às respectivas simpatias

A reabilitação do sr. Trump

Sempre que o autor de Candle in the Wind fecha a boca, a humanidade ganha, e o sr. Trump, responsável pelo abençoado silêncio, ganha a dobrar

Sobre Soares

Curiosamente, muitos dos que agradecem a Mário Soares a liberdade apreciam hoje a influência que notórios inimigos da liberdade exercem sobre o País

Três votos para 2017

O meu terceiro voto para 2017 é que as forças progressistas percam a timidez e inaugurem 30 ou 40 novos feriados, todos dedicados a datas marcantes de Portugal e do mundo

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