Carlos Moedas homenageia Jorge Palma... citando canção de Sérgio Godinho. Mas insiste que não se enganou
22 de setembro de 2026 às 12:58Pedro Henrique Miranda
Um pequeno enredo conduz o leitor num processo de luto, em "Não Fossem as Sílabas do Sábado", da brasileira Mariana Salomão Carrara.
Todos temos formas diferentes de encarar uma tragédia, mas numa coisa todos (ou quase todos) concordamos: “É importante (…) que elas sejam descobertas imediatamente.” É dessa pressa que nos fala o livro Não Fossem as Sílabas do Sábado (2022), que ainda explica o porquê de essa pressa existir: “(...) Cada segundo que elas passam ocultas [as tragédias] vira um ano a mais de luto, isso é um capricho que as desgraças têm.”