Ian McEwan: "Estamos no início de uma revolução"

O escritor mergulha na inteligência artificial com um livro futurista passado nos anos 80: Máquinas como Eu. É o seu 15.º romance e usa um robô "para debater a consciência humana".

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Rita Bertrand 01 de junho de 2019

Charlie estoira a herança num androide de aparência e consciência (quase) humana, chamado Adão, e programa-o com a vizinha, Miranda, entretanto sua namorada. Depois, a relação resvala em triângulo amoroso. No entanto, mesmo apaixonado, Adão é incapaz de pactuar com um segredo dela e salvá-la da prisão: a mentira não cabe na sua "programação moral". Tudo isto se passa nuns anos 1980 alterados, em que o Reino Unido perde as Malvinas e Margaret Thatcher as eleições, e Alan Turing, o brilhante matemático homossexual que descodificou as comunicações nazis (como se conta no filme O Jogo da Imitação), chega a velho, tornado guru da inteligência artificial. Eis Máquinas como Eu, novo romance do inglês Ian McEwan. Pretexto de entrevista.

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