Sábado – Pense por si

Crítica de livros: Como a Sombra Que Passa

"Dose elevada de autobiografia, dose residual de ficção e "reportagem", nos interstícios uma da outra.", escreve Eduardo Pitta

Pela segunda vez, Lisboa está no centro de uma obra do espanhol Antonio Muñoz Molina (n. 1956). Aconteceu com o terceiro livro, acontece com o penúltimo,Como a Sombra Que Passa. O livro acompanha o percurso de James Earl Ray, o assassino de Martin Luther King que passou nove dias em Lisboa, em Maio de 1968, antes de viajar para Londres, onde seria finalmente preso.

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