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Crítica de cinema: Titã

"Tudo descamba depressa numa versão às três pancadas do mito de Prometeu", escreve Pedro Marta Santos

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Crítica de cinema: Titã
Pedro Marta Santos 31 de julho de 2018 às 22:08

Para fãs hardcore de ficção científica, até nem começa mal: em 2048, com a Terra consumida pela guerra e por desastres ecológicos, a única chance de sobrevivência dos humanos é mudarem-se para Titã, lua de Saturno; a solução não é alterar as condições vitais desse satélite mas fazer umreset, em rápida mutação genética, à própria espécie. Porém, tudo descamba depressa numa versão às três pancadas do mito de Prometeu, com a cobaia - estrela do projecto, o ex-militar na Síria Rick Janssen (Sam Worthington deAvatar), a transformar-se em mutante indomável, fazendo frente ao seu "criador", um malévolo cientista (Tom Wilkinson). O epílogo emTitãé indescritível.  

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