As semelhanças e as diferenças entre a vacina da Moderna e a da Pfizer

As semelhanças e as diferenças entre a vacina da Moderna e a da Pfizer
Lucília Galha 21 de janeiro

Usam a mesma tecnologia e até agora aparentam ter quase o mesmo grau de eficácia. A Moderna leva vantagem num aspeto que pode ser determinante: o armazenamento.

Tanto a vacina da Pfizer, como a da Moderna partilham a mesma tecnologia inovadora – que nunca foi usada numa vacina, o mRNA – mas há vários aspetos em que as duas diferem. Saiba o que têm em comum e de diferente as duas abordagens.  

O QUE TÊM EM COMUM?

Em primeiro lugar, a tecnologia, que nunca foi usada numa vacina, mas é promissora. São vacinas que usam informação genética, o chamado RNA. "Os medicamentos mRNA são conjuntos de instruções que dirigem as células do corpo para produzirem proteínas para prevenir ou combater doenças", explica à SÁBADO um porta-voz da farmacêutica americana Moderna. Tem uma grande vantagem: é facilmente adaptável, "a única coisa que muda de um potencial medicamento para outro é o código genético, é semelhante a um software", compara o responsável.

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