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O humor agora vive de likes: cinco casos de sucesso

Uma cabeleira e a expressão “é-me indiferente” lançaram a atriz Susana Blazer para o estrelato das redes sociais. Há mais fenómenos, que tiram potenciais humoristas do anonimato. À SÁBADO, revelaram a receita.

Nos últimos meses, têm atingido altos picos de atenção nas redes sociais, sobretudo no Instagram e no TikTok. Comediantes digitais, entre os 27 e os 41 anos, mantêm, na sua maioria, as profissões de origem – entre atores, empresários ou operadores de armazém. Neste segundo trabalho, importa arrancar gargalhadas à distância, convertê-las em likes e depois transformá-los em dinheiro, através de campanhas publicitárias (ver caixa). Há que aprender a gerir o algoritmo para, um dia, a comédia se tornar profissão.

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