Obra no São João parada há dois anos

CM 12 de abril de 2018

Pais de crianças em tratamento no hospital denunciam condições de terceiro Mundo.

Por Correio da Manhã

Estas crianças têm que ser protegidas, não precisam de palavras e promessas." A revolta é de Raquel Jesus, mãe de uma menina tratada em instalações "indignas" no Hospital de S. João, Porto - cujo administrador, António Oliveira e Silva, admitiu, na terça-feira, ter condições "miseráveis".

"Se estivesse à frente de uma instituição onde deixo degradar as coisas a tal ponto que eu próprio as classifico de miseráveis, demitia-me. Era o que já devia ter sido feito", diz Pedro Arroja, presidente da Associação Joãozinho, responsável pela construção da ala pediátrica, com recurso a fundos privados e mecenas, cuja obra está parada há dois anos por existir ainda um serviço em funcionamento na frente de obra.

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