FIFA nega existência de relação entre prática de futebol e risco de demência

CM 16 de fevereiro de 2017

Estudo divulgado ontem garantia que futebolistas tinham elevado risco de desenvolver doenças cerebrais.

Por Correio da Manhã

A FIFA assegurou esta quinta-feira que não existe qualquer prova conclusiva de que os futebolistas profissionais sejam uma classe com elevado risco de desenvolver doenças cerebrais que possam causar demência, como foi indicado por um estudo divulgada na quarta-feira.

"Não há qualquer evidência de que a prática do futebol possa causar danos cerebrais", indicou a FIFA em comunicado, acrescentando: "Os resultados dos estudos sobre a relação entre a prática do futebol de alta competição e o funcionamento do cérebro são inconclusivos".

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