Dinheiro da Raríssimas paga vestidos de alta costura, viagens e BMW

CM 10 de dezembro de 2017

Polícia Judiciária está a investigar a gestão financeira da associação sem fins lucrativos.

Por Correio da Manhã

A Polícia Judiciária (PJ) está a investigar a gestão financeira da associação sem fins lucrativos Raríssimas, uma instituição cujo objetivo é a apoiar cidadãos portadores de doenças raras e deficiências mentais. Paula Brito e Cunha é a presidente da instituição solidária que vive de subsídios do Estado e de outro tipo de donativos.

Em causa na investigação poderão estar compram de vestidos de alta costura, mapas de deslocações fictícias, gastos pessoais em supermercados e viagens ao estrangeiro.

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