Anos de 2025 foi um dos três mais quentes de que há registo
Foi também a primeira vez que a média da temperatura em três anos ultrapassou o limite estabelecido no Acordo de Paris de 2015, de 1,5 graus Celsius desde a era pré-industrial.
Foi também a primeira vez que a média da temperatura em três anos ultrapassou o limite estabelecido no Acordo de Paris de 2015, de 1,5 graus Celsius desde a era pré-industrial.
A onda de calor na Europa em 2003, que fez atingir os 47,3ºC na Amareleja, foi a "primeira prova inegável de que as alterações climáticas" eram uma realidade que estava a afetar a vida das pessoas.
As chuvas do furacão Milton, que provocou pelo menos 16 mortos nos Estados Unidos, foram cerca de 20% a 30% superiores devido às alterações climáticas.
A segunda maior cidade de Espanha atingiu na terça-feira os 40ºC. O último recorde havia sido estabelecido há 42 anos, quando o país registou os 39,8ºC.
As ondas de calor "já não são acontecimentos excecionais" concluiu também o estudo.
Portugal, Espanha, Marrocos e Argélia foram os países mais afetados. Máximas variaram entre 36,9 e 41°C no conjunto dos quatro países.
Chuvas que foram a causa das inundações mortais na Alemanha e na Bélgica vão ser cada vez mais frequentes devido às alterações climáticas, conclui estudo.
Cientistas consideram que ainda é cedo para determinar a ligação, mas que a temperatura média global subiu. E ao aumentar, a atmosfera torna-se mais capaz de armazenar água que tem que ser libertada.
O grupo de cientistas que conduziu o estudo defende que as situações meteorológicas actuais na Europa do Norte são raras e que é difícil prever a sua ocorrência.
Na Holanda, Dinamarca e Irlanda as alterações climáticas mais do que duplicaram a probabilidade da vaga de calor actual.
O verão só chega para a semana a Portugal mas Reino Unido e Alemanha já sentem a estação.