Violência contra mulheres. “Ainda há muito caminho por fazer” para reduzir o abuso digital
Jovens entre os 14 e os 16 anos são das que estão mais expostas a violência sexual digital.
Jovens entre os 14 e os 16 anos são das que estão mais expostas a violência sexual digital.
O Conselho de Segurança das Nações Unidas debateu, esta segunda-feira, a situação das mulheres e raparigas em zonas de conflito. António Guterres, secretário-geral da ONU, alertou para o número recorde de mulheres expostas à guerra e denunciou o aumento da violência sexual.
Em causa está o processo em que Mário Machado e Ricardo Pais, o outro arguido no caso, foram condenados por discriminação e incitamento ao ódio e à violência por publicações em redes sociais, nas quais apelaram ao ódio e à violência contra mulheres de esquerda.
A violência contra mulheres e raparigas continua a ser uma das mais graves e disseminadas violações dos direitos humanos a nível global.
A violência contra mulheres e raparigas persiste como uma das mais prevalentes e generalizadas violações dos direitos humanos à escala global.
O festival vai decorrer este ano de 15 a 30 de novembro em Lisboa e terá espetáculos como "A Noiva e o Boa Noite Cinderela", de Carolina Bianchi, e "Querida Laila", do palestiniano Basel Zaraa.
A violação como sexo sem consentimento, implicando ou não o uso da força, não foi contemplada na diretiva devido à oposição da França, Alemanha e Hungria.
Militante de extrema-direita é acusado de discriminação e incitamento ao ódio e à violência contra mulheres de esquerda.
Vídeos do britânico em que apela à violência contra mulheres foram vistos milhões de vezes.
Mais de metade das inquiridas em Portugal (52%) respondem igualmente que o equilíbrio entre a vida pessoal e a profissional também foi negativamente afetado pela pandemia (UE 44%).
Em 2020, as mulheres também sofreram mais no emprego com o impacto dos confinamentos para impedir a propagação do vírus.
Só no ano passado a PSP registou 108 crimes de violência doméstica com recurso a arma de fogo e que em 22 deles houve recurso ativo ou passivo da mesma.
As sequelas do acidente ainda são visíveis no corpo de Isabel Sofia, mas doem menos que o estigma que hoje sofre. Esta sexta-feira saiu às ruas e marchou pelas mulheres moçambicanas.
"Lisboa está muito atrasada nestas respostas às vítimas de violência", reconheceu o gabinete do vereador dos Direitos Sociais da Câmara Municipal de Lisboa.
Os autores da carta aberta sublinham que "a reprodução clara de misoginia e a banalização da violência contra as mulheres não podem ser cronicamente escudadas na criação artística".
"A mensagem é clara: se foi condenado por violência contra mulheres e crianças, não é bem-vindo neste país", disse o ministro australiano da Imigração. Lei entrou em vigor no final de fevereiro deste ano.